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Ficha técnica
Nome: Um Assalto de Fé
Nome Original: Um Assalto de Fé
Cor filmagem: Colorida
Origem: Brasil
Ano de produção: 2011
GêneroComédia
Duração: 96 min
Classificação: 12 anos
DireçãoCibele Amaral
ElencoAlexandre CarloJovane NunesFalcãoAndré DecaChico Sant´Anna




Filme Completo



Sinopse: 

Lapão e Galinha Preta são dois ex-assaltantes que resolveram trabalhar como empacotadores de supermercado. Um ex-parceiro da malandragem, que está infiltrado como tesoureiro de uma igreja evangélica, vem lhes propor um assalto ao cofre. Para que o plano dê certo, eles precisam da ajuda de uma mulher que se passe por crente. O acaso os leva a conhecer a prostituta Nildinha.
http://cineweb.com.br/filmes/filme.php?id_filme=3568
Os ex-assaltantes Galinha Preta e Lapão estão na pior e recebem uma proposta de Jerônimo, que se infiltrou em uma igreja evangélica, para participar de um assalto ao local.
Depois de vários golpes frustrados, Galinha Preta (Alexandre Carlo) e Lapão (Lauro Montana) aceitam participar de um assalto a uma igreja evangélica, organizado por Jerônimo (André Deca). Ele se infiltrou na igreja, onde trabalha como tesoureiro, namora a filha do pastor e planeja o golpe justamente no dia de um grande show gospel. Para fechar o grupo, contratam o motorista glutão Japonês (Alessandro Santos) e a stripper evangélica Nildinha (Cibele Amaral). Apesar de inúmeras besteiras, o plano vai dando certo até um momento em que tudo começa a fugir do planejado, provocando as mais hilariantes situações que misturam muita ação e comédia.
http://www.livreprabaixar.com/download/baixar-um-assalto-de-fe-dvdrip-avi-rmvb-nacional/


Com personagens caricaturais, Cibele Amaral satiriza a igreja evangélica no longa Um Assalto de Fé. Na narrativa, Galinha Preta (Alexandre Carlo), Lapão (Lauro Montana) e Jerônimo (André Deca) planejam roubar o dinheiro do dízimo arrecadado numa congregação no muito correta com seus fiéis.
Além da abordagem polêmica, a estreia da brasiliense na direção de longas traz Alexandre Carlo, vocalista do Natiruts, como protagonista e o cantor braga Falcão no papel de um pastor pop-star. 



Elenco: 
Alexandre Carlo
André Deca
Cibele Amaral
Alessandro Santos
Jovane Nunes
Chico Sant\’Anna
Similião Aurélio
Andrade Jr.
Falcão

Site: http://admfilmes.com/2012/11/um-assalto-de-fe/#ixzz2PR98IPRW


Critica:

ruy gardnier 
o globo | 18:29h | 08.dez.2011 

Comédia que perde a direção
Um conselho: se você tiver uma história chamativa — um assalto a uma igreja evangélica que dá errado, por exemplo — e conseguir convencer gente como o cantor brega-paródico Falcão e o vocalista da banda Natiruts a serem atores em seu filme, faça um esforço suplementar e coloque atrás da câmera alguém que tenha domínio da linguagem cinematográfica. Porque uma coisa é fazer um filme em modotrash e autoparódico. Outra totalmente diferente é filmar em caráter amador. E “Um assalto de fé” pertence à segunda categoria.

O único trunfo do filme é a desenvoltura com que os dois atores principais trabalham o jeito de falar e a gíria. A vivacidade inicial dos diálogos, no entanto, esmaece enquanto o tempo passa e as situações potencialmente cômicas afundam na falta de timing. A caracterização excessiva dos coadjuvantes, beirando o grotesco, elimina qualquer tipo de simpatia que se possa ter pela empreitada. 

http://rioshow.oglobo.globo.com/cinema/eventos/criticas-profissionais/um-assalto-de-fe-5764.aspx



Crítica Cineweb
Produtora de longas, como Se nada mais der certo, de José Eduardo Belmonte, a curtametragista, Cibele Amaral estreia na direção de longas com a comédia Um assalto de fé – em que é corroteirista e também atua.
 
Comédia é bicho traiçoeiro – e também gênero mais  difícil de conduzir do que muitos imaginam. Depende não só de um bom roteiro e bons atores, como de atingir o ritmo certo. Cada piada tem seu tempo, sua respiração. Cada ator, sua empatia, senão a graça essencial não acontece.
 
É exatamente esse o problema desta comédia – ela nunca acontece. O roteiro, baseado num conto de Evandro Vieira, acumula personagens e situações clichês. Lapão (Lauro Montana) e Galinha Preta (Alexandre Carlo, da banda reggae Natiruts) são dois ex-assaltantes penando numa vidinha dura como empacotadores de supermercado. Este hiato de vida honesta é interrompido pela chegada de um antigo parceiro de golpes, Jerônimo (André Deca), que há um ano entrou para uma igreja evangélica como tesoureiro – um disfarce para espionar a entrada de dinheiro e bolar um novo assalto, desta vez ao cofre da igreja. Para isso, precisa dos ex-parceiros e de uma mulher, que se faça passar por crente para distrair as atenções durante a operação.
 
Galinha Preta, que não queria nem ouvir falar de Jerônimo – por conta de uma bola fora em golpe anterior -, acaba aderindo. A fiel é encontrada na figura de Nildinha (a própria Cibele Amaral), uma prostituta que comeu parte de um despacho de macumba e que uma amiga convence a tomar várias medidas para tirar de cima a “quizila”. No mais, pode-se prever a sucessão de erros que cerca o plano, a partir da escolha de um desastrado “Japonês” (Alessandro Santos) como motorista.
 
No elenco, participações especiais: do cantor Falcão, como Rick de Souza, um bem-sucedido artista esotérico, que vende em CDs “a oração do carro zero” e outras pseudo-receitas de sucesso rápido que lhe fazem muito bem ao bolso ; e do ator Jovane Nunes (do Zorra Total), como um pastor para lá de histriônico.
 
A participação do humorista de Zorra Total faz todo o sentido – o filme é uma longa tentativa de reproduzir na tela grande esse tipo de humor, baseado no clichê grosseiro e na histeria pseudocômica. Não precisava.
Neusa Barbosa

Critica:
O filme “Um assalto de fé” mostra pastores sendo desonestos e crentes manipulados facilmente. Mesmo se propondo a entreter, o filme abusa dos clichês típicos de todo crítico do crescimento dos evangélicos no país.-Clique, leia, assista trailer e comente…Os pastores são espertalhões e os crentes, tolos manipuláveis. A certa altura, um dos pastores diz que não pode entregar o dinheiro aos bandidos, pois ele serviria para “pagar os pecados dos fiéis”.
Esse não é o primeiro filme a zombar dos evangélicos, mas é preocupante como cada vez mais essa é a imagem que parece prevalecer. Depois de Hollywood mostrar os cristãos por um ângulo negativo, agora parece que chegou a hora do cinema sul-americano.
A igreja evangélica fictícia é liderada pelo pastor Ozéas, que faz de tudo para pegar dinheiro dos fiéis. O cantor Falcão faz uma participação, vivendo o desonesto pastor Rick de Souza, que ilude seus seguidores para conseguir mais dízimos e ofertas durante o tal show gospel.
Segundo a diretora o filme Cibele Amaral, ela afirmou que “É um gênero muito procurado no Brasil. É o típico filme de que o público gosta”, observa a diretora ressaltando o aspecto humorístico do longa. Ela acrescenta ainda que nos testes de audiência, a história foi bem aceita pelos evangélicos.
No mês passado foi lançado no Chile o filme Dios me libre [Deus me Livre] que zomba abertamente dos métodos de arrecadação de igrejas como a IURD.


Um assalto de fé
Por Cecília De Nichile
23/12/2011
A diretora e atriz Cibele Amaral teve seu trabalho reconhecido após angariar diversos prêmios com seus curtas metragens em festivais nacionais, incluindo Gramado. No entanto, em seu novo longa-metragem, Um Assalto de Fé (2011), baseado no conto de Evandro Vieira, "O Trabalho do Galinha Preta", a direção e o roteiro acabam por decepcionar pelo excessivo desejo de fazer rir.

Na história, dois amigos, ex-assaltantes, sofrem ao tentar se enquadrar na rotina de trabalhadores comuns, visto que tiveram um histórico de tentativas de assalto nada bem sucedido. Os dois resolvem tentar novamente a sorte na vida do crime, quando um terceiro amigo pilantra apresenta a possibilidade de assaltar uma igreja evangélica, que esta repleta de dinheiro dos fiéis.

A intenção do filme é ser irônico e crítico ao mesmo tempo. Dar um tapinha com luva de pelica sobre a questão do acúmulo de dinheiro por parte das instituições religiosas ao representar uma igreja corrupta de pastores gananciosos, mas também censurar a fé sem bom senso do povo brasileiro, ao colocar não apenas a igreja evangélica, mas da mesma forma, o espiritismo como caricato e destacar as atitudes nada cristãs dos fiéis.

Mas é justamente esse clima burlesco do filme que acaba por tirar toda a força de sua crítica. Com personagens exageradamente alegóricos, Um Assalto de Fé se perde na história, para focar-se equivocadamente apenas nas piadas, que infelizmente não conseguem tirar risadas do espectador. 

Na tentativa de manter o caráter caricato de seus personagens, os atores também excedem na atuação, que não funciona. O longa-metragem remete mais a um quadro de programas de comédia, do que a uma história possível. O roteiro não surpreende e algumas vezes falha em sua continuidade.

O filme de Cibele, ainda que com uma boa idéia e de certa forma polêmico em sua crítica a igreja, comprova que fazer comédia não é algo simples, saber dosar entre o engraçado e o clichê é tarefa árdua, que neste caso não foi bem sucedida.

Critica:
Vida de bandido não é fácil. Que diga essa trupe de criminosos. Após vários fracassos onde Galinha Preta (Alexandre Carlo) e Lapão (Lauro Montana) se deram mal, ambos topam participar de um assalto a uma igreja evangélica, proposto por Jerônimo (André Deca) que é membro da comunidade. Infiltrado na igreja onde trabalha como tesoureiro, também namora a filha do pastor da qual planeja um golpe assaltando a igreja no dia de um grande show gospel que renderá uma grande quantia em dinheiro. Mas para executar o plano, contratam o motorista glutão Japonês (Alessandro Santos) e a stripper evangélica Nildinha (Cibele Amaral) para auxilia-los na execução. Apesar de toda a inexperiência no planejamento do assalto e na execução do mesmo, as coisas correm bem até certo ponto. Depois tudo começa a virar uma bagunça e fugir do planejado virando uma sequência de equívocos e desengonçadas situações. “Um Assalto de Fé” (2011) é uma comédia que satiriza a idoneidade de certas Igrejas Evangélicas numa trama de crime e humor que funciona bem até certo ponto da missa.
Se a primeira vista as piadas encrustadas no roteiro dessa produção parecem infinitas e de qualidade regular por toda obra, aos poucos pode-se constatar que as melhores são desperdiçadas no trailer. De resto, o humor se apoia no desempenho do elenco e mais nada. A produção demonstra um pouco de amadorismo, apesar de boas ideias de resolução para dificuldades de realização técnica. A presença de Falcão no elenco acentua a narrativa cômica proposta pelo trabalho de direção de Cibele Amaral. Piadas focadas na tendência febril de igrejas e em comportamentos dissimulados por seus membros são o foco da trama, cercada de pastores controversos e fieis de muita fé e pouco bom senso. O filme funciona bem em certos momentos, mas não se sustenta a longo prazo pela falta de estrutura na narrativa, deixando nas mãos do elenco carismático a responsabilidade de não perder o afeto do espectador. “Um Assalto de Fé” é um longa que até diverte na medida do possível, mas certamente não vai mudar sua vida. Podia ser bem melhor, se conseguisse levar a sério a importância do enredo.

Crítica:
'Um assalto de fé'
Jornal do Brasil
Julia Moura+A-AImprimir
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Uma stripper evangélica, dois empacotadores de supermercado, um integrante da Igreja e um esfomeado são o grupo "perfeito" para realizar um grande roubo. Um assalto de fé, de Cibele Amaral, satiriza a idoneidade das Igrejas Evangélicas e se esforça muito para ser engraçado. 

"Presos" como empacotadores em um supermercado, Galinha Preta (Alexandre Carlo, sim, o vocalista do Natiruts em sua estreia nas telonas) e Lapão (Lauro Montana) aceitam fazer parte de um assalto bem inusitado. Jerônimo (André Deca), tesoureiro de uma Igreja, namora a filha do pastor e chama os dois capangas para ajudá-lo a roubar o local no dia de um show gospel. Para que tudo desse certo era preciso um motorista (Alessandro Santos) e alguém para distrair as pessoas, a evangélica stripper Nildinha (Cibele Amaral). 


Galinha Preta, Nildinha, Lapão e Jerônimo planejam assaltar uma Igreja Evangélica
Com um longo histórico de fazer piada sobre igrejas, nada menos que Falcão para ser o pop star da música evangélica. Ele junto ao diretor musical Patrick de Jongh compôs as canções de seu personagem no filme. A trilha sonora, em geral, tenta, assim como o longa, ser cômica. Em diversos momentos, porém, peca pelo exagero no ritmo funk/brega, em outros, pode até tirar algumas risadas.

A imagem passada é de pastores pilantras e crentes tolos, o que pode chatear alguns. O pastor Ozeas e o Rick de Souza (Falcão) sabem bem como enganar os fiéis e conseguir dízimos. A sátira engraçadinha não é muito eficaz ao longo de todo o filme, mas até consegue arranjar um bom final para a história. Para quem não for da Igreja Evangélica, é uma boa dica para rir um pouquinho. Se for, melhor escolher outro filme.




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a estrada para redenção

a estrada para redenção

Título Original: Road to Redemption 
Duração: 89 minutos 
Ano de Produção: 2001 
Áudio: Inglês e Português 
Legenda: Português
Gênero: Comédia








Sinopse: 

Redenção é o nome de uma cidade no estado de Montana, EUA, onde Amanda Tucker deseja vencer na vida. Para ela e seu namorado Alan, isso significa ficar milionários. 

Movidos pela ambição eles arriscam tudo, e tentam ser mais espertos que a máfia. Mas a ganância nunca os deixa satisfeitos, e literalmente caem do cavalo. Desesperada, Amanda lembra que tem um avô rico, a quem pede socorro. Aparentemente ingênuo, o velho Nathan decide ajudar, mas exige que a neta o leve para pescar em Montana. Amanda se vê numa longa corrida de perseguição com mafiosos na sua cola. Um susto após o outro, tudo o que Amanda precisa é de uma segunda chance e encontrar o caminho certo para vencer na vida.

Amanda Tucker deseja vencer na vida. Para ela e seu namorado Alan, isso significa ficar milionários. Movidos pela ambição eles arriscam tudo, e tentam ser mais espertos que a máfia. Mas a ganância nunca os deixa satisfeitos, e literalmente caem do cavalo.

Desesperada, Amanda lembra que tem um avô rico, a quem pede socorro. Aparentemente ingênuo, o velho Nathan decide ajudar, mas exige que a neta o leve para pescar em Montana. Amanda se vê numa longa corrida de perseguição com mafiosos na sua cola. Um susto após o outro, tudo o que Amanda precisa é de uma segunda chance e encontrar o caminho certo para vencer na vida.
http://www.filmesgospel.com/filme/estrada-para-redencao/13/

Aperte o cinto numa perseguição que cruzará estados desde Las Vegas, Nevada até Redenção em Montana. Amanda Tucker (Julie Condra – Um Convite Italiano) é uma secretária em apuros por achar que poderia usar o dinheiro do chefe mafioso e ainda se safar. Agora ela precisa encontrar uma maneira rápida e fácil de recuperar a grana. A única pessoa capaz de socorrê-la é um parente que foi praticamente esquecido Nathan (Pat Hingle-Batman) o avô rico e cristão. Porém, a condição dele para ajudá-la é de que ela o leve para pescar em Redenção. Um sujeito mau caráter e mafioso como Sully Santoro (Leo Rossi – Máfia no Divã) detesta quando seus subordinados tentam escapar. Para salvar sua pele, Alan (Jay Undenwood – O Despertar de Desejo) namorado de Amanda, aliá-se ao capanga Vicent (Tony Longo – Os Anjos Entram em Campo) ea um contratado caçador profissional (Wes Studi – O Último dos Moicanos) numa corrida para alcança.-lá. Carroso Velozes, gangues de motocicletas e um coração de ouro fazem do filme “Estrada para Redenção” uma viagem cômica para toda a vida.

Redenção é o nome de uma cidade no estado de Montana, EUA, onde Amanda Tucker deseja vencer na vida. Para ela e seu namorado Alan, isso significa ficar milionários. Movidos pela ambição eles arriscam tudo, e tentam ser mais espertos que a máfia. Mas a ganância nunca os deixa satisfeitos, e literalmente caem do cavalo. Desesperada, Amanda lembra que tem um avô rico, a quem pede socorro. Aparentemente ingênuo, o velho Nathan decide ajudar, mas exige que a neta o leve para pescar em Montana. Amanda se vê numa longa corrida de perseguição com mafiosos na sua cola. Um susto após o outro, tudo o que Amanda precisa é de uma segunda chance e encontrar o caminho certo para vencer na vida.

Preparado está o meu coração, ó Deus, preparado está o meu coração;
cantarei, e darei louvores. Desperta, glória minha; despertai,
saltério e harpa; eu mesmo despertarei ao romper da alva.
Louvar-te-ei, Senhor, entre os povos; eu te cantarei entre as nações.
Pois a tua misericórdia é grande até aos céus, e a tua verdade até às nuvens.
Sê exaltado, ó Deus, sobre os céus; e seja a tua glória sobre toda a terra.
( SL 57:7-11 )

Aperte o cinto numa perseguição que cruzará estados desde Las Vegas, Nevada até Redenção em Montana. Amanda Tucker (Julie Condra - Um Convite Italiano) é uma secretária em apuros por achar que poderia usar o dinheiro do chefe mafioso e ainda se safar. Agora ela precisa encontrar uma maneira rápida e fácil de recuperar a grana. A única pessoa capaz de socorrê-la é um parente que foi praticamente esquecido Nathan (Pat Hingle-Batman) o avô rico e cristão. Porém, a condição dele para ajudá-la é de que ela o leve para pescar em Redenção. Um sujeito mau caráter e mafioso como Sully Santoro (Leo Rossi - Máfia no Divã) detesta quando seus subordinados tentam escapar. Para salvar sua pele, Alan (Jay Undenwood - O Despertar de Desejo) namorado de Amanda, aliá-se ao capanga Vicent (Tony Longo - Os Anjos Entram em Campo) e a um contratado caçador profissional (Wes Studi - O Último dos Moicanos) numa corrida para alcança.-lá. Carroso Velozes, gangues de motocicletas e um coração de ouro fazem do filme "Estrada para Redenção" uma viagem cômica para toda a vida.


Critica:

Filme Estrada para Redenção
Estrada para Redenção (Road to Redemption) chegou ao Brasil em DVD, sendo uma das melhores opções da atualidade para quem gosta de filmes evangélicos. O filme foi lançado nos EUA em 2001, e em 2002 ganhou diversos prêmios, sendo um deles o de “Melhor Filme Evangelístico”.
Uma história envolvente cheia de humor, recomendado para quem gostou de filmes como A Virada e Desafiando os Gigantes.
Sinopse do filme
Amanda Tucker deseja vencer na vida. Para ela e seu namorado Alan, isso significa ficar milionários. Movidos pela ambição eles arriscam tudo, e tentam ser mais espertos que a máfia. Mas a ganância nunca os deixa satisfeitos, e literalmente caem do cavalo.
Desesperada, Amanda lembra que tem um avô rico, a quem pede socorro. Aparentemente ingênuo, o velho Nathan decide ajudar, mas exige que a neta o leve para pescar em Montana. Amanda se vê numa longa corrida de perseguição com mafiosos na sua cola.
Um susto após o outro, tudo o que Amanda precisa é de uma segunda chance e encontrar o caminho certo para vencer na vida.

Filme cristão Estrada para Redenção é lançado no Brasil em DVD

Publicada em 07/09/2008
Redação Super Gospel

Estrada para Redenção (Road to Redemption) chega ao Brasil em DVD, sendo uma das melhores opções da atualidade para quem gosta de filmes evangélicos. 

O filme foi lançado nos EUA em 2001, e em 2002 ganhou diversos prêmios, sendo um deles o de "Melhor Filme Evangelístico". 

Uma história envolvente cheia de humor, recomendado para quem gostou de filmes como A Virada eDesafiando os Gigantes. 

O filme está em promoção na loja Gospel Goods por R$29,90. Clique aqui para comprar agora mesmo e aproveitar a promoção. 

Sinopse do filme 

Amanda Tucker deseja vencer na vida. Para ela e seu namorado Alan, isso significa ficar milionários. Movidos pela ambição eles arriscam tudo, e tentam ser mais espertos que a máfia. Mas a ganância nunca os deixa satisfeitos, e literalmente caem do cavalo. 

Desesperada, Amanda lembra que tem um avô rico, a quem pede socorro. Aparentemente ingênuo, o velho Nathan decide ajudar, mas exige que a neta o leve para pescar em Montana. Amanda se vê numa longa corrida de perseguição com mafiosos na sua cola. 

Um susto após o outro, tudo o que Amanda precisa é de uma segunda chance e encontrar o caminho certo para vencer na vida. 


Opinião:

Walter Salles: estrada e redenção

Como os próprios ‘beats’ de meados dos anos 40 e anos 50, o filme Na estrada, de Walter Salles, em cartaz nos cinemas de Belém, desperta reações adversas. Há quem o considere o melhor filme do cineasta. E há os que, decepcionados, confessam ter esperado mais da obra baseada no clássico livro ‘On the road’ (no Brasil, Pé na estrada), uma das bíblias da beat generation.

Nem uma coisa nem outra. Se não é o melhor da filmografia de Salles, ‘Na Estrada’ também não deve ser visto como um tiro no pé ou exercício de pretensão do diretor. Não é fácil transpor o universo de Kerouac para as telas. E das tentativas já feitas, talvez a do brasileiro tenha se saído melhor do que as anteriores, o que, definitivamente, não é pouca coisa.

O mais interessante nisso tudo é que mais uma vez Walter Salles mergulha em dois temas que lhe são caros. Os ‘road movies’, ou filmes de estrada, e a história de redenção e autodescoberta. Isso é visto em ‘Terra Estrangeira’, ‘Central do Brasil’, ‘Diários de Motocicleta’ e agora em ‘Na Estrada’, para ficar em quatro exemplos singulares.

Em determinada cena no filme Terra Estrangeira, dirigido em 1995 por Walter Salles e Daniela Thomas, a personagem Alex, interpretada pela atriz Fernanda Torres, olha para o mar e diz ao companheiro em fuga Paco, vivido pelo então estreante Fernando Alves Pinto: “Lá adiante fica o Brasil. Coitado dos portugueses, mal sabiam o que iriam encontrar quando partiram daqui”. A frase pode não ser exatamente essa, mas o sentido, sim. Esse é um momento do filme crucial para se entender o sentimento vivido por uma geração inteira no Brasil do início dos anos 90, com o desencanto provocado por sucessivos malogros políticos e econômicos.

Filmado em um preto e branco saturado e granulado, Terra Estrangeira é a primeira tentativa de Walter Salles de definir a busca por uma identidade nacional latino-americana. É uma metáfora da condição de exilados vivida por brasileiros em seu próprio país ou que buscaram alternativas num auto-exílio, iniciando uma espécie de diáspora mundo afora.


UM OLHAR ENCANTADO SOBRETUDO 

PELO SER HUMANO

Se em ‘Terra Estrangeira’ Salles voltou o olhar para os países de “onde viemos” (Portugal e Espanha) em busca de uma resposta à questão de nossa identidade e voltou sem uma resposta conclusiva a essas indagações, num segundo momento seu olhar se volta para o próprio país. O filme em questão é ‘Central do Brasil’ (1998). A ideia aparentemente é inversa a de ‘Terra Estrangeira’. Enquanto o primeiro olhava para a tradição perdida, para o país colonizador, o segundo trava um diálogo de esperança por um país possível, onde se pode sonhar com uma identidade pessoal.

No filme, Dora (Fernanda Montenegro) escreve cartas para analfabetos na Central do Brasil, a estação ferroviária do Rio de Janeiro aonde milhares de pessoas anônimas chegam e partem, com suas próprias histórias e seus próprios dramas pessoais. Um dia, a mãe de Josué (Vinícius de Oliveira) paga os serviços de Dora, tentando se comunicar com o pai do garoto, que nunca conheceu o filho. Como sempre, Dora, que é ex-professora, não envia a carta e fica com o dinheiro. Quando a mãe de Josué morre atropelada, ela decide vender o menino a traficantes de crianças, pensando que Josué vai acabar bem em alguma família europeia rica. Muda de ideia e junto com o garoto parte para o sertão nordestino em busca do pai do menino.

Ao fazerem sua pequena odisseia, Dora e Josué acabam por revelar o Brasil ao próprio Brasil. É essa viagem particular que Salles inicia. A identidade nacional é buscada na oralidade, nas pequenas histórias de um Brasil rural, pobre, árido, mas com possibilidades infinitas por conta de uma espécie de bravura cotidiana de seu próprio povo.


IDENTIDADE

Mas, único país a adotar a língua portuguesa, o Brasil também busca sua identidade latino-americana. Afinal, o que é a América Latina? Quais suas identidades? Ou existe uma única identidade? Essas perguntas Salles tenta responder no filme ‘Diários de Motocicleta’ (2004). O filme narra a trajetória do jovem estudante de Medicina Ernesto Guevara e seu amigo Alberto Granado pelos países da América do Sul. Guevara entraria para a história como o revolucionário Che Guevara. Em Diários de Motocicleta, Salles utiliza o argumento de que as viagens feitas de moto por Guevara e Granado moldaram o sentimento revolucionário de Che.

Mas em vez de optar apenas por esse tratamento superficial, Salles tenta aprofundar a discussão sobre a identidade cultural latino-americana. O filme lança um olhar generoso sobre os países vizinhos ao Brasil e mostra que, de certa forma, as raízes da colonização acabam por serem semelhantes. É como se Salles buscasse a possibilidade de uma América una no sentido de fraterna, com características próprias, mas irmanada por uma origem comum, com anseios e sonhos e possibilidades entranhadas em uma sensação de pertencimento a uma origem similar.
Em ‘Na Estrada’, Salles busca um país que não existe mais. Os Estados Unidos de Kerouac já desapareceram. Não à toa, muitas cenas foram feitas em países como Argentina e México. Mas o que importa no filme é a busca pelo próprio ‘eu’. É a inclinação pelo olhar ao outro, que Salles sempre buscou. Bem ou mal, é o humano que o diretor tenta capturar nas lentes e levar às telas. A captura aqui, não se refere a aprisionamento, mas a uma compreensão do que nos une, do que nos faz sermos solidários, fraternos e aventureiros. Alguns chamam a isso de amor. Pode ser uma boa definição no final das contas.
(Diário do Pará)
fonte:


Enredo:

Uma mulher precisa de um milagre encontrar uma maneira inesperada nesta inspiradora comédia-drama. Amanda (Julie Condra) trabalha como secretária para Sully ( Leo Rossi ), um mafioso de nível médio que trabalham fora de Las Vegas. Amanda, que parece ser perpetuamente no fim de sua corda, e seu covarde viver em namorado Alan ( Jay Underwood ), tem o hábito de viver além de seus meios, e eles se encontram no fundo da dívida. Incapaz de pagar suas contas, Amanda começa a brilhante idéia de "empréstimo" de 250.000 dólares de Sully sem contar a ele, e colocá-lo em uma "coisa certa" na pista. No entanto, o cavalo que não podia perder faz exatamente isso, e Amanda tem que chegar a um quarto de milhão de dólares antes de Sully fica sabendo de sua peculato. Amanda descobre que tem um avô que nunca conheceu, Nathan ( Pat Hingle ), e parece que o avô é um multi-milionário. Amanda acompanha Nathan para baixo e, para seu alívio, ele concorda em emprestar-lhe o dinheiro. Mas há uma corda amarrada - Nathan, que está em uma casa de repouso, quer visitar seu buraco favorito de pesca em Redenção, MT, uma última vez antes de morrer, e ele lhe dará o dinheiro Amanda se ela vai acompanhá-lo lá. Amanda e Nathan logo alcançar a estrada, com os homens de Sully seguindo de perto, e como Amanda encontra-se no meio de uma série de aventuras inesperadas, ela também aprende algo sobre fé profunda e duradoura de seu avô cristã. Road to Redemption foi produzido pela World Wide Pictures , uma empresa de mídia da Cruzada Billy Graham (trechos de transmissões do Sr. Graham rádio pode ser ouvida no filme, mas ele não aparece na câmera). ~ Mark Deming, Rovi




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A agenda do meu namorado

A agenda do meu namorado

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Título no Brasil:  A Agenda Secreta do meu Namorado
Título Original:  Little Black Book
País de Origem:  USA
Tempo de Duração: 106 minutos
Ano de Lançamento:  2004
Estreia no Brasil: 19/11/2004
Site Oficial:  
Estúdio/Distrib.:  Columbia Pictures
Direção:  Nick Hurran 

Filme Completo
Caso encontre algum erro nos avise pelos comentários, OBRIGADO ! xD

Sinopse
Essa comédia de humor negro, sobre novos namorados, ex-namoradas e agendas, é do Revolution Studios. 
Em A Agenda Secreta do Meu Namorado, Stacy Holt (Britanny Murphy) é produtora de um programa de entrevistas estrelado por Kippe Kann (Kathy Bates). Ela se frustra quando seu namorado Derek (Ron Livigston) se recusa a falar a respeito de seus relacionamentos passados. Incentivada por Barb (Holly Hunter), sua colega de trabalho, ela pesquisa sua agenda eletrônica no intuito de descobrir algo sobre suas ex-namoradas. Usando o programa como uma justificativa e Barb com sua guia, Stacy as entrevista, tornando-se amiga delas, somente para descobrir o passado, que em alguns casos, ainda está bem presente.
Um conto moderno sobre a imoralidade de bisbilhotar na era eletrônica, A Agenda Secreta do Meu Namorado faz a seguinte pergunta: Você já ficou tentado a ir onde não deve?
Além disso, a história mostra as conseqüências do que pode acontecer a alguém que sucumbe à tentação.


Stacy Holt (Brittany Murphy) é a produtora de um programa de entrevistas estrelado por Kippie Kann (Kathy Bates), que fica frustrada ao ver seu namorado Derek (Ron Livingstone) se recusar a falar sobre seus relacionamentos antigos. Curiosa sobre o assunto, e incentivada por sua colega de trabalho Barb (Holly Hunter), ela pesquisa na agenda eletrônica de Derek para saber mais sobre suas ex-namoradas. Usando o programa como justificativa e Barb como guia, Stacy passa a entrevistar as ex-namoradas de Derek, tornando-se amiga delas no intuito de descobrir o passado de seu namorado.


Stacy é uma aterefada e ciumenta publicitária que mora em Nova York com o namorado, o também publicitário Derek. Porém, Stacy que é cega de ciúmes pelo namorado acaba sendo convencida por Barb, ex-namorada de Derek, que ela está sendo traída. Com a pulga atrás da orelha, Stacy passa a revistar uma agenda secreta de Derek que contém os contatos de todas as suas ex.

Fonte:



Elenco
Brittany Murphy .... Stacy
Holly Hunter .... Barb
Kathy Bates .... Kippie Kann
Ron Livingston .... Derek
Julianne Nicholson .... Joyce
Stephen Tobolowsky .... Carl
Kevin Sussman .... Ira
Rashida Jones .... Dr. Rachel Keyes
Josie Maran .... Lulu Fritz
Jason Antoon .... Larry
Sharon Lawrence .... Mom
Gavin McGregor Rossdale .... Random
Cress Williams .... Phil
Dave Annable .... Bean
Yvette Nicole Brown .... Production Assistant 

 Critica
Por: Rodrigo Carreiro
Trailer de filme às vezes engana. Quem teve oportunidade de assistir ao trailer de “A Agenda Secreta do Meu Namorado” (Little Black Book, EUA, 2004), por exemplo, vai ter uma agradável surpresa se decidir assistir ao filme pensando que se trata de uma comédia romântica bobinha e previsível sobre insegurança feminina, como a prévia exibida nos cinemas sugeria. Na verdade, o longa-metragem tem uma moldura narrativa bem tradicional, mas um conteúdo muito mais rico, nada óbvio, que faz uma crítica interessante aos programas de entrevistas sensacionalistas do tipo “João Kleber” ou “Ratinho”.
“A Agenda Secreta do Meu Namorado” começa como tantas outras comédias românticas: com uma garota chorando, de coração partido. Ela faz uma pequena introdução (a primeira imagem do filme tem uma citação de Shakespeare, da peça “A Tempestade”, talvez uma pista de um longa mais denso do que o normal), diz que está vivendo um período complicado e, aí, há uma pequena seqüência de apresentação da personagem. Stacy Holt (Brittany Murphy) é uma jornalista idealista, que sonha em trabalhar como produtora para a âncora de TV Diane Sawyer e herdou da mãe uma paixão inexplicável pela cantora Carly Simon.
O emprego junto a Sawyer não está disponível, mas ela vira produtora do show sensacionalista de TV da apresentadora Kippie Kann (a sempre ótima Kathy Bates, em papel curiosamente pequeno). Lá, faz amizade com a produtora chefe do lugar, Barb (Holly Hunter). A amizade logo extrapola para assuntos pessoais, e Stacy revela sua insegurança diante do namoro com o agente de astros esportivos Derek (Ron Livingston), pois o rapaz parece bonito demais para ela. Depois que aparece a oportunidade de bisbilhotar a agenda eletrônica do sujeito, Stacy vê a chance de investigar o passado dele e tirar todas as dúvidas sobre as ex-namoradas do cara.
A primeira metade da projeção segue o rumo tradicional, com a produtora mentindo e usando a profissão privilegiada para encontrar seguidamente três ex-mulheres do namorado (uma modelo, uma ginecologista e uma chef de cozinha). Ela logo descobre que há uma série de pequenos detalhes dos namoros anteriores que o rapaz nunca lhe contou, o que amplifica a insegurança e a leva a ir cada vez mais fundo nas mentiras. A cena em que Stacy é “guiada” pelo cão de Derek ao apartamento da médica, com quem ela fizera uma consulta apenas alguns dias antes sem se identificar, é um dos momentos mais engraçados do filme.
A coisa muda na segunda metade, quando as críticas antes insinuadas à competição desleal nos bastidores da TV viram explícitas, após uma reviravolta muito pouco comum nesse tipo de filme. Ao tramar a mudança de rumo, o diretor Nick Hurran aproxima “A Agenda Secreta do Meu Namorado” de produções como “Rede de Intrigas” e “O Jornal”, sobre o ambiente de trabalho de jornalistas, e se afasta de projetos menos interessantes, a exemplo de “Como Perder um Homem em Dez Dias”. Dessa maneira, Hurran eleva o nível de seu filme para um ponto acima da média. Não estamos falando aqui de uma obra-prima, mas de um filme correto, que utiliza a estrutura narrativa clássica da comédia romântica para ir além dela, o que é um grande elogio.
A Columbia lançou o DVD em um pacote tradicional. O filme está com imagem no corte original widescreen e tem trilha de áudio principal em um curioso Dolby Digital 5.0 (o normal é 5.1, com um canal exclusivo para sons graves). Os extras são apenas dois: um documentário de bastidores (13 minutos) e um interessante featurette (14 minutos) chamado “Seja Meu Convidado: Por Dentro dos Programas de TV”, que traz depoimentos de funcionários verdadeiros de programas sensacionalistas como o do filme.
- A Agenda Secreta do Meu Namorado (Little Black Book, EUA, 2004)
Direção: Nick Hurran
Elenco: Brittany Murphy, Holly Hunter, Ron Livingston, Julianne Nicholson
Duração: 106 minutos
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100 escovadas antes de ir dormir - Filme completo

100 escovadas antes de ir dormir


100 escovadas antes de dormir download, 100 escovadas antes de dormir online, baixar 100 escovadas antes de dormir, Comédia, Comédia dramática, filme 100 escovadas antes de dormir, Drama, Melissa (Maria Valverde) é uma inocente garota siciliana, que tem apenas 16 anos. Ela se sente distante dos pais, já que seu pai vive viajando e sua mãe está concentrada apenas em seu próprio mundo, sem notar as mudanças pelas quais sua filha está passando ao se tornar uma mulher. Na escola Melissa passa o dia sonhando com Daniele (Primo Reggiani), um colega de classe por quem nutre uma paixão adolescente mas que a ignora solenemente. Até que, um dia, Daniele decide convidar Melissa para sair. Encantada, ela aceita de imediato. Seduzida, Melissa é iniciada no sexo e passa a participar dos jogos sádicos de Daniele e de seu amigo Arnaldo (Elio Germano). Desnorteada e sentindo-se humilhada pelo ocorrido, ela passa a se educar sobre o sexo e ter ousados encontros com vários homens.
Nome Original:Melissa P.
Duração:100 minutos
Ano:2005
País:ITA/ESP/EUA
Gênero:Drama

TRAILER 


FILME COMPLETO PARA DOWNLOAD GRÁTIS




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Sinopse
Melissa (Maria Valverde) é uma inocente garota siciliana, que tem apenas 16 anos. Ela se sente distante dos pais, já que seu pai vive viajando e sua mãe está concentrada apenas em seu próprio mundo, sem notar as mudanças pelas quais sua filha está passando ao se tornar uma mulher. Na escola Melissa passa o dia sonhando com Daniele (Primo Reggiani), um colega de classe por quem nutre uma paixão adolescente mas que a ignora solenemente. Até que, um dia, Daniele decide convidar Melissa para sair. Encantada, ela aceita de imediato. Seduzida, Melissa é iniciada no sexo e passa a participar dos jogos sádicos de Daniele e de seu amigo Arnaldo (Elio Germano). Desnorteada e sentindo-se humilhada pelo ocorrido, ela passa a se educar sobre o sexo e ter ousados encontros com vários homens.


Critica
Mario “Fanaticc” Abbade
19 de Outubro de 2006
A nova picaretagem para se ganhar dinheiro fácil é escrever um livro sobre a sua vida sexual quando adolescente. Principalmente se aos 14 anos você tenha sido um praticante assíduo de orgias e coisas do tipo. O público parece ter uma acentuada curiosidade pelo assunto. A cada seis meses surge um novo livro com o tema, que conseqüentemente acaba chegando à telona.
100 escovadas antes de dormir (Melissa P., 2005) é mais um desses casos absurdos de sucesso. A produção foi baseada no livro homônimo, que conta as aventuras sexuais e eróticas da adolescente sicilianaMelissa Panarello. O livro foi um best-seller na Itália e em muitos dos trinta países onde foi lançado. O sucesso é conseqüência do forte teor sexual envolvendo uma menina. Muitos ficam impressionados, mas se esquecem que a verdadeira comoção é saber que garotas de oito anos das regiões norte e nordeste brasileiro fazem pior que as estripulias contadas no livro por um prato de comida, como foi recentemente mostrado em Anjos do Sol (2006).
Polêmicas à parte, no filme, Melissa (Maria Valverde) é uma virgem adolescente de 15 anos. Seu pai trabalha fora, em uma torre de perfuração de petróleo. Sua mãe (Fabrizia Sacchi) é uma dona de casa que não tem a menor idéia das transformações enfrentadas pela sua filha. A única que parece se importar com ela é sua avó (Geraldine Chaplin), cuja idade avançada acaba lhe rendendo a internação em um asilo. Assim, Melissa acaba perdendo a única pessoa com quem se sentia segura para conversar. Tudo isso bem na delicada fase das descobertas sexuais.
A grande paixão da menina é Daniele (Primo Reggiani), o garoto mais atraente e rico da escola. No final das férias de verão, ele a leva para trás de sua piscina e consegue de Melissa uma sessão de sexo oral. Na cena percebe-se que ele não sente nada por ela, e a utiliza apenas como um instrumento de alivio sexual. A cena é humilhante para a garota, mas ela está tão embevecida, que acredita numa paixão nascente. Em uma aula de educação física, ela chega a ter um orgasmo pensando nele.
Daniele se aproveita dessa paixão e resolve tirar-lhe a virgindade. A cena de sexo entre os dois é ainda mais humilhante para Melissa. Daniele ainda convida seu amigo Arnaldo (Elio Germano) para mais uma rodada de sexo com Melissa dias depois. Quando finalmente percebe que está sendo usada, ela se revolta e decide dar uma lição em Daniele: ela irá transar muito mais que ele! Irá devotar sua vida ao sexo e começa a escrever essas experiências em um diário. Inicia-se assim uma viagem regada a sexo com homens, mulheres, homens mais velhos, sadomasoquismo e até orgias.
Segundo o livro/diário, todas as experiências aconteceram. É um verdadeiro fetiche para os homens. Para as mulheres, um tratado feminista que defende o desejo e o direito de se ter diversos parceiros e experimentos sexuais. Infelizmente, o diretor Luca Guadagnino não conseguiu transportar essa essência para o filme. A mudança de comportamento de Melissa acontece sem credibilidade e sem substância. Se no livro percebíamos um questionamento sobre a vida e o contato com as dúvidas e descobertas de uma adolescente, no filme tudo é representado de forma pueril. Nem a polêmica das diversas relações sexuais abordadas no livro provoca alguma reação.
E nada é mostrado, com exceção de algumas parcas cenas mostrando os seios da jovem. Não que o nu fosse importante, mas o motivo do sucesso do livro foi justamente a maneira como o sexo nada convencional foi descrito. Já o filme parece ter sido produzido pela Disney, tamanha a sua inocência. Guadagnino conseguiu destruir todas as fantasias criadas nas mentes dos leitores. Nada é feito com paixão. São cenas e mais cenas robotizadas. Todo o elenco parece estar seguindo a bula de algum remédio, tamanha a frieza em cena. A única coisa que funciona é a narração, que acaba sendo uma versão falada do livro. Mas para isso já existem os audio-books.
Nem a própria Melissa, autora e protagonista na vida real das peripécias sexuais retratadas aprovou o filme. "Eu estou tentando esquecer que sou a autora do livro que inspirou o filme. Não tem nada a ver comigo, especialmente as mensagens de psicologia pop", disse ela. Realmente o filme investe em uma psicanálise de botequim, em que tenta explicar o comportamento atípico de Melissa por causa da ausência do pai e o descaso da mãe. Concluímos que ela cresce desprovida de amor e regras de conduta impostas pela sociedade. Mas a própria narrativa sabota essa teoria ao final do filme, gerando um produto esquizofrênico. Provavelmente Freud iria se divertir mais analisando o diretor Luca Guadagnino do que a própria Melissa. Agora, resta aguardar o filme sobre o livro da Bruna Surfistinha. Já que é para mostrar sacanagem, nada melhor que o Brasil.
Fonte : http://omelete.uol.com.br/cinema/100-escovadas-antes-de-dormir/
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