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Três Histórias, Um Destino

Três Histórias, Um Destino


Este drama entrelaça três histórias em torno da religião: Jeremias (Kevin L. Johnson) é um garoto criado nas favelas, que se envolve com o mundo das drogas; Elizabeth (Zoe Myers) sempre foi criada pela mãe autoritária, e agora deve lidar com o amor e a liberdade, e Frank (Daniel Zacapa) trabalha como pastor em uma pequena igreja, enquanto pensa em maneiras de expandir suas atividades religiosas.


    Gênero: Drama
  • Duração: 100 min.
  • Origem: Estados Unidos, Brasil
  • Estreia: 02/11/2012
  • Estreia em DVD: 20/02/2013
  • Direção: Robert C. Treveiler
  • Roteiro: Robert C. Treveiler
  • Distribuidora: Art Films/Serendip
  • Censura: 12 anos
  • Ano: 2012






Filme Completo

(se acontecer algum erro nos informe pelos comentários. OBRIGADO ! xD)



Sinopse 


Este drama entrelaça três histórias em torno da religião: Jeremias (Kevin L. Johnson) é um garoto criado nas favelas, que se envolve com o mundo das drogas; Elizabeth (Zoe Myers) sempre foi criada pela mãe autoritária, e agora deve lidar com o amor e a liberdade, e Frank (Daniel Zacapa) trabalha como pastor em uma pequena igreja, enquanto pensa em maneiras de expandir suas atividades religiosas.



Composição do livro
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%AAs_Hist%C3%B3rias,_Um_Destino

Foi durante uma viagem de Lisboa (Portugal), para o Rio de Janeiro que nasceu a inspiração para escrever Três Histórias, Um Destino. Intercalando caderno e computador, o livro ia nascendo. "Parece que Deus passou um filme na minha cabeça, então peguei o computador e fui escrevendo. Quando a bateria acabou, fui para a caneta e o papel e redigi as partes principais", disse em entrevista.[2]
[editar]Primeira Versão
Na primeira edição do livro[3] , os personagens e a história eram diferentes da atual. Com personagens brasileiros, - Frank, um pastor ; Juvenal, um jovem marginalizado; e Marcos, um cristão que se afasta de Deus - a principal diferença se encontra na pessoa de Marcos; que no roteiro original se encontrava como um membro de uma Igreja que, dominado por vícios, chegava ao "fundo do poço". Na adaptação da obra para o cinema (que foi toda produzida nos Estados Unidos), o livro foi reeditado e o foco deste personagem se modificou em relação aos demais. Marcos saiu do contexto e entrou a personagem Elizabeth, uma jovem criada por uma mãe superprotetora que ao encontrar um grande amor, se afasta dos caminhos de Deus.
[editar]Versão Atual
Na atual edição[3], o único nome que se manteve foi o de Frank, que interpreta um pastor que, movido pela ambição, se afasta do foco principal de sua função, que é a pregação do evangelho. Juvenal, o menino oriundo de um lar desestruturado que se envolve com o mundo do crime tornou-se Jeremias. A personagem Elizabeth, na atual versão, toma o lugar que era de Marcos.
[editar]Tema Abordado

O foco do livro é levar a mensagem de que a solução para todos os problemas está em Deus "[...] A idéia é fazer as pessoas entenderem que não vale a pena abandonar Jesus como o rapaz abandonou a esposa; ou agir como o pastor que pensava estar agradando a Deus, quando, na verdade, estava tomado pelo espírito de cobiça; ou proceder como aquele rapaz que foi criado na igreja, mas acabou no crime", segundo R.R. Soares.[2]
[editar]Cinema

Ver artigo principal: Três Histórias, Um Destino (filme)
Rodado na Carolina do Norte (EUA) pela Graça Filmes e Uptone Pictures, a obra foi adaptada por Robert C. Treveiler, diretor do longa. Em 02 de Novembro de 2012, o filme foi lançado em 52 salas de cinema por todo o Brasil.[4] Sucesso de público, foi assistido por mais de 280 mil pessoas nas oito semanas em que esteve em cartaz.[5]

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A procura da felicidade dublado Filme Completo


A procura da felicidade dublado

Drama, a procura da felicidade dublado, download a procura da felicidade dublado, baixar a procura da felicidade dublado, a procura da felicidade online dublado, assistir a procura da felicidade dublado, Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, que lhe dê um salário mais digno. Chris consegue uma vaga de estagiário numa importante corretora de ações, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados. Chris e Christopher passam a dormir em abrigos, estações de trem, banheiros e onde quer que consigam um refúgio à noite, mantendo a esperança de que dias melhores virão.Ficha do filme À Procura da Felicidade
Título original: The Pursuit of Happyness
País: Estados Unidos
Ano: 2006
Idiomas: inglês
Diretor: Gabriele Muccino
Roteiro: Steve Conrad
Gênero: Drama
Duração: 117 minutos
Avaliação no IMDB: 7,4 (07.03.2007)









Filme Completo
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Sinopse: 

Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, que lhe dê um salário mais digno. Chris consegue uma vaga de estagiário numa importante corretora de ações, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados. Chris e Christopher passam a dormir em abrigos, estações de trem, banheiros e onde quer que consigam um refúgio à noite, mantendo a esperança de que dias melhores virão.

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-54098/.


Elenco:
 Will Smith (Chris Gardner), 
Jaden Smith (Christopher), 
Thandie Newton (Linda), James Karen (Martin Frohm), Dan Castellaneta (Alan Frakesh), Kurt Fuller (Walter Ribbon), Takayo Fischer (Sra. Chu), Brian Howe (Jay Twistle), entre outros.



À procura da felicidade

I´m a great believer in luck, and I find the harder I work the more I have of it."(Thomas Jefferson)

O filme À Procura da Felicidade, que conta a história de Chris Gardner, é simplesmente imperdível. Além da incrível e tocante interpretação de Will Smith, a mensagem do filme é excelente, e está em falta nesse país.

Trata-se de um homem obstinado que luta para sobreviver e sustentar seu filho mesmo sob as mais árduas circunstâncias, sem que isso o faça ignorar os principais valores nem perder as esperanças. Gardner encontra-se nas mais desesperadas situações, sob constante pressão financeira, chegando a dormir no banheiro de uma estação de metrô e depois em abrigos. Nessa jornada angustiante, ainda é abandonado pela mulher, tendo que criar o filho sozinho. Mas nada disso o impede de manter o carinho e passar valiosas lições para seu filho, que depositara total confiança no pai. Os obstáculos parecem intransponíveis, mas a força de vontade de Gardner é ainda maior. 

O filme retrata o "sonho americano", onde o trabalho duro individual pode levar qualquer um longe na terra das oportunidades. Logo no começo do filme, aparece o então presidente Ronald Reagan fazendo um discurso na televisão, e não creio ser por acaso. Neste discurso, o presidente está culpando os excessivos gastos do governo pela situação delicada em que a economia do país se encontra. As reformas adotadas nesta época foram cruciais para resgatar o crescimento econômico do país. Menos intervenção estatal, mais iniciativa privada, uma receita infalível. 

Em uma determinada cena do filme, quando Gardner jogava basquete com seu filho, uma preciosa lição de vida foi passada aos espectadores. O próprio pai fala para o filho desistir do sonho de ser um campeão algum dia, e ao perceber o desânimo do garoto, lhe dá uma bronca, explicando que ele não deve jamais deixar outros - inclusive o próprio pai - colocá-lo para baixo, repetir que ele não é capaz de algo. A inveja faz com que outros tentem diminuir as habilidades alheias, desestimulando qualquer um que pareça um pouco mais capaz em determinada tarefa. O pai afirma então que o filho nunca deve ligar para isso, para o que os outros falam dele, e que nada deverá ficar entre seus sonhos e a realização deles. Proteja seus sonhos sempre! A responsabilidade é individual, e isso vale ainda mais em um país onde muitos esperam passivamente soluções milagrosas através do governo. 

A postura do próprio Chris Gardner enfatiza esse abismo que separa os eternos fracassados daqueles que chegam ao sucesso. Logo no começo do filme, Gardner avista um indivíduo saindo de uma Ferrari em frente a um prédio comercial. Todos à sua volta pareciam felizes. Ele pergunta ao desconhecido o que ele fazia para poder ter aquilo, e a resposta muda sua vida. O homem diz que era corretor de ações, e que para tanto bastava ser bom com números e com pessoas. Gardner coloca na sua mente então que chegará lá um dia, e parte para um processo obstinado de tentativa, superando os mais absurdos obstáculos. O grande diferencial que vejo é o fato dele olhar o sucesso alheio e admirá-lo, querendo buscar para si algo semelhante. Isso é oposto ao que vemos, infelizmente com boa freqüência, em pessoas invejando o sucesso alheio, e querendo destruí-lo ao invés de lutar para subir na vida por conta própria. 


A Declaração da Independência americana é bastante citada no filme, assim como a frase que Thomas Jefferson inseriu sobre o direito de todos à procura da felicidade. A mensagem do filme é bela, é uma mensagem de esperança, de liberdade, de valores pessoais e integridade. Mesmo sob a situação mais desesperadora que se pode imaginar, Gardner jamais deixou para trás seus valores. Isso serve de lição para muitos sociólogos e intelectuais que forçam uma associação de causalidade entre a pobreza e a criminalidade, como se a pequena conta bancária automaticamente criasse bandidos.


A integridade das pessoas não depende do saldo no banco. Fora isso, o filme desmonta a crença do Estado paternalista, que irá cuidar dos pobres. Pelo contrário, o governo aparece para tirar na marra e sem aviso o dinheiro que Gardner conseguiu juntar com a venda de scanners para médicos, alegando impostos atrasados. Foi a gota d'água que jogou Gardner na rua da amargura. Esse é um retrato da realidade. O governo, para dar algo, antes precisa tirar, e normalmente o fardo recai sobre os mais pobres.

Não deixem de assistir o filme. Em uma nação onde todos pensam somente no que o governo pode oferecer, onde a figura de "Che" Guevara ainda é enaltecida, e onde a iniciativa privada é vista como inimiga do povo, nada mais urgente que um relato de uma história verídica, de um sujeito que conhece bem de perto a completa miséria, e sai dela por conta própria, tornando-se um multimilionário. E lembrando ainda que o dinheiro aqui é apenas um subproduto, um indicador do sucesso que Gardner teve na vida. Pois seu valor mesmo, como homem íntegro que soube vencer barreiras inacreditáveis e educar seu filho sob tais circunstâncias, esse não pode ser mensurado pelos seus milhões de dólares.

Fonte: http://www.duplipensar.net/artigos/2007s1/resenha-do-filme-a-procura-da-felicidade.html

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filme o lutador de rua -Filme Completo Dublado

Filme o lutador de rua 



Drama, Ação, artes marciais, máfia,filme o lutador de rua,o filme lutador de rua,assistir lutador de rua,assistir filme o lutador de rua,assistir filme lutador de rua,lutador de rua assistir online,O ex-condenado Isaiah Bone é a nova força no cenário das lutasde rua de Los Angeles. Depois de cinco anos na prisão, está pronto para começar uma nova vida. Quando ele derrota o campeão que reinava no underground, o chefe da máfia local tenta introduzir Bone numa série de lutas internacionais de alto risco. Ele recusa e inicia um confronto explosivo entre inimigos poderosos que tem muito a perder neste jogo mortal.



Direção: Ben Ramsey
Duração: 93 min
Gênero: Ação/Drama
Ano: 2009
Pais de origem: EUA

Filme Completo
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Sinopse:
ex-condenado Isaiah Bone é a nova força no cenário das lutasde rua de Los Angeles. Depois de cinco anos na prisão, está pronto para começar uma nova vida. Quando ele derrota o campeão que reinava no underground, o chefe da máfia local tenta introduzir Bone numa série de lutas internacionais de alto risco. Ele recusa e inicia um confronto explosivo entre inimigos poderosos que tem muito a perder neste jogo mortal.
Isaiah Bone é um ex-condenado que entra para o mundo das lutas ilegais. Seu objetivo é cumprir a promessa que fez a um amigo que morreu na cadeia, que seria cuidar de sua mulher e filho, porem ao sair da cadeia Bone descubre a diferente realidade que existi neste caos de luta e sangue que ele vai entrar, agora Bone caça respostas e quem fez isto acontecer

“Lutador de rua”, é o típico filme clichê de luta com brutamontes com cara de mau e gostosas decadentes. A ausência de expressões faciais é gritante, poucas são as cenas em que algum personagem esboça alguma reação. Para quem já viu pelo menos uma vez na vida um filme de luta de rua, já saca tudo o que rola na sequência. Temos o ex-presidiário que entra no mundo das lutas de rua para faturar uma grana, um parceiro engraçadinho que arruma as lutas e faz piadas toscas, sequência de cenas das lutas, misturadas com cenas de treinamentos e umas gostosas colocadas ao acaso só para preencher espaço.
Uma surpresa do roteiro é que Bone (Michael Jai White) a principio não tem nenhum motivo bondoso para as lutas, ele está ali apenas para levantar uma graninha fácil. Mas com o decorrer do filme, as verdadeiras intenções aparecem e como nos demais filmes do gênero, ele se mostra um cara bonzinho e que luta para ajudar o próximo.
As lutas são bem coreografadas, só tem um enorme exagero na penúltima luta, em que o rivald de Bone tá ali de terno e gravata, uma roupa nada confortável.


Fonte:
http://www.filmesdecinema.com.br/filme-lutador-de-rua-6907/
http://filmow.com/lutador-de-rua-t11053/
http://serakipresta.wordpress.com/2010/03/29/lutador-de-rua/


Elenco:


Michael Jai White (Isaiah Bone)
Julian Sands (Franklin McVeigh)
Eamonn Walker (James)
Dante Basco (Pinball)
Nona Gaye (Tamara)
Michelle Belegrin (Angela)
Bob Sapp (Hammerman)
Dick Anthony Williams (Roberto)
Francis Capra (Tattoo)
Ron Yuan (Teddy D)
Kevin 'Kimbo Slice' Ferguson (JC As Como Kimbo Slice)
Gina Carano (Veretta)
Maurice Smith (Fasthands)
Ernest Miller (Mommie Dearest As Como Ernest \'The Cat\' Miller)


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FICHA TÉCNICA


Diretor: Mark Steven Johnson
Elenco: Joseph Mazzello, Oliver Platt, David Strathairn, Ian Michael Smith, Dana Ivey, Ashley Judd, Jim Carrey
Roteiro: Mark Steven Johnson
Fotografia: Aaron Schneider
Trilha Sonora: Mark Shaiman
Duração: 110 min.
Ano: 1998
País: EUA/Canadá
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida


RESUMO

Baseado em livro de John Irving, o mesmo autor de O Mundo Segundo Garp e Um Hotel Muito Louco, ambos também adaptados para o cinema. O personagem central é um garoto de 12 anos que tenta descobrir a razão de sua presença na Terra. Ele é baixinho e é considerado um monstrengo em sua cidade. Jim Carrey faz participação especial.

Sinopse

Simon Birch (Ian Michael Smith) foi o menor bebê a nascer no Gravestown Memorial Hospital. Com sérios problemas de crescimento, os médicos o declararam um verdadeiro milagre. Convencido de que Deus o pôs no mundo para tornar-se um herói, o pequeno Simon divide suas fantasias e altas aspirações com o melhor amigo, Joe (Joseph Mazzello), filho de uma adorável mãe solteira (Ashley Judd)que se nega a revelar a identidade do pai do garoto. Enquanto Deus não o transforma na figura heróica e grandiosa que imagina, Simon discute a fé com a tirânica professora de catecismo (Jan Hooks) e com o reverendo Russell (David Strathairn). Em um lance trágico que irá mudar para sempre o destino dos dois, Joe e Simon se unem para encontrar o que falta em suas vidas. Para Joe, é a identidade do pai que não conheceu.Para Simon, é descobrir o desígnio divino para o qual foi criado.

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Elenco:Jackie Earle Haley, Jennifer Connelly, Kate Winslet
Nome Original:Little Children
Site Oficial:Visite
Duração:130 minutos
Ano:2006
País:EUA
Classificação:16 anos
Gênero:Drama


Filme Completo


Sinopse: 
Estamos em uma cidade suburbana onde um grupo de jovens casais passa seus dias absolutamente devotado ao sucesso de seus filhos – criados desde crianças para se transformarem em verdadeiros formandos de Harvard. Um mundo brilhante de filhos e pais perfeitos... pelo menos durante o dia. À noite, entre quatro paredes, tudo se transforma. E os papais e mamães perfeitos tentam escapar de suas rotinas nada excitantes recorrendo à pornografia na internet ou então a casos extraconjugais. E enquanto estes casais tentam recuperar em segredo a intensidade de seus dias de adolescência, suas vidas começam a se cruzar de maneira surpreendente e muito perigosa.
http://www.cineplayers.com/filme.php?id=2539

Em uma cidade onde tudo parece caminhar de uma forma correta, um ex-presidiário aparece causando certo mal-estar entre os moradores. O homem, que cumpriu pena por abuso sexual de menores, volta pra casa depois de estar novamente dentro da lei. Se observados mais de perto, porém, todos os moradores têm os seus Pecados Íntimos

Brad é um estudante recém-chegado na cidade. Numa troca de papéis, ele cuida da casa enquanto sua esposa, Kathy, trabalha para sustentar a família. Levando o filho para brincar ele acaba atraindo a atenção das mães e conhece Sarah, com quem acaba tendo um relacionamento. O que é facilitado pela frustração dela com o casamento com Richard, um consultor viciado em pornografia. 

Pecados Íntimos é dirigido por Todd Field, de Entre Quatro Paredes. O filme foi indicado ao Oscar de melhor atriz, para Kate Winslet, de melhor ator coadjuvante, para Jackie Earle Haley e de melhor roteiro adaptado. O longa conta ainda com as participações de Patrick Wilson e Jennifer Connelly.

http://www.guiadasemana.com.br/cinema/filmes/sinopse/pecados-intimos


Sarah Pierce é casada com Richard e vive em uma cidade suburbana dos Estados Unidos. Ela leva regularmente sua filha Lucy a um pequeno parque perto de sua casa. Lá Sarah observa e conversa com outras mulheres, que também levam seus filhos para brincar e praticamente dedicam suas vidas a eles. Até que um dia surge Brad Adamson e seu filho Aaron. Brad já esteve no parque anteriormente e foi apelidado pelas mulheres de "rei do baile de formatura", mas Sarah nunca o tinha visto. Elas jamais tiveram coragem de falar com ele e nem mesmo sabem seu nome, mas sonham todos os dias com sua aparição. Brad empurra Aaron no balanço, sem dar atenção às mulheres, até que Lucy pede à mãe que também a empurre. Sarah passa a brincar com a filha e começa a conversar com Brad. É o início de uma amizade entre eles, que envolve um homem frustrado por estar desempregado e uma mulher infeliz com seu casamento e sua própria vida. Logo esta amizade torna-se um caso extra-conjugal, pois Brad também é casado, com Kathy.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pecados_%C3%8Dntimos


Curiosidades: 
O Filme pecados Íntimos esta Baseado no livro de Tom Perrotta, 'Little Children'.

http://www.cinepop.com.br/filmes/pecadosintimos.htm

CURIOSIDADES: 
Jackie Earle Haley trabalhou como ator até 1993, quando resolveu largar a carreira para se tornar um bem-sucedido produtor e diretor de comerciais para televisão. Em 2006 ele decidiu voltar a atuar em dois filmes, um deles, Pecados Íntimos, lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar.

http://www.guiadasemana.com.br/biografia/jackie-earle-haley



CURIOSIDADES:
- Ao aceitar o papel de Sarah, Kate Winslet sugeriu que Brad fosse interpretado por Patrick Wilson. A proposta foi bem-aceita entre o diretor e os produtores. - O orçamento total do filme foi de US$ 14 milhões.
http://www.cineclick.com.br/filmes/ficha/nomefilme/pecados-intimos/id/14059


OPINIÃO: 
POR LUCAS SALGADO
Numa pacata cidadezinha dos Estados Unidos, pais e mães vivem suas vidas perfeitas ao lado de suas crianças perfeitas. Toda esta tranqüilidade é afetada pela chegada na vizinhança de um pervertido acusado de molestar crianças e que acaba de sair da prisão. Mas a presença do pedófilo interpretado por Jackie Earle Haley (excelente) não é o maior dos problemas vividos pelos moradores da cidade. Quando olhados de perto todos mostram que estão longe da perfeição. E quando as vidas de alguns moradores se entrecruzam nos playgrounds, piscinas e ruas de sua pequena cidade de maneiras surpreendentes e potencialmente perigosas fica evidente esta imperfeição.
“Pecados Íntimos” conta com um desempenho magnífico de Kate Winslet, indicada ao Oscar pelo papel da esposa e mãe de família que vê sua vida de cabeça para baixo ao se envolver com o “dono de casa” vivido por Patrick Wilson. A vencedora do Oscar Jennifer Connelly completa o elenco do filme, que conta ainda com a marcante narração de Will Lyman (“Sobre Meninos e Lobos”).
O título original do longa é “Little Children” (“Pequenas Crianças”) e infelizmente foi traduzido livremente como “Pecados Íntimos”, que não diz muita coisa sobre o filme. “Pequena Crianças”, em contrapartida, reflete a necessidade de amor, atenção, amparo e aprovação apresentada pelos personagens do filme. O filme destaca ainda o fato da maioria das pessoas não assumirem responsabilidade por seus atos, nem se preocuparem com as conseqüências, fazendo de todas elas criancinhas.
Dirigido por Todd Field, do também estarrecedor “Entre Quatro Paredes”, “Pecados Íntimos” é um filme sério que em alguns momentos lembra “Beleza Americanas”, de Sam Mendes. A grande diferença é que “Beleza Americana” é sobre um pai e aqui a figura central é uma mãe (Winslet, curiosamente esposa de Sam Mendes). Outra diferença é que o filme de Mendes é mais sarcástico, enquanto esse é mais arrebatador.
Embora o filme seja baseado em um elogiado romance, Todd Field e Tom Perrotta (escritor do livro e co-roteirista da produção) queriam criar uma fita com estilo próprio, independente da obra literária. "Quando Todd e eu começamos a trabalhar no roteiro, desejávamos fazer algo novo a partir do livro, em vez de simplesmente reproduzir o livro na tela", destacou Perrotta.
Orçado em US$ 14 milhões, o longa é uma produção rara de se encontrar hoje em dia em Hollywood. Trata-se de um filme que apresenta significados complexos através de um desfecho até certo ponto simples.

http://www.confrariadecinema.com.br/links/filme/little_children/pecados_intimos/pecados_intimos.jsp

Opinião:
Apesar do título Pecados Íntimos não afetar o propósito do longa, “Criancinhas" (Little Children) titulo original do filme e do livro do qual se baseia, é ideal para transpor toda a passividade, comodismo e necessidade de auto afirmação dos personagens principais. 

Sarah (Vivida excepcionalmente bem por Kate Winslet) e Brad (papel feito pelo ótimo Patrick Wilson) vivem em situações bem parecidas: ambos são infelizes no casamento e o sucesso de seus respectivos marido e esposa os fazem sentir como dois mortos vivos em uma vida pacata e rotineira. O bairro que ambos vivem, de classe media alta, é habitado por criaturas tão maturas quanto folhas de sulfite, possuem hábitos, manias e atitudes típicas de pessoas que vivem do comodismo de não ter que se preocupar com absolutamente nada que não seja suas casas impecáveis ou seus filhos perfeitos. Tudo seria tão esplendido se não fosse um vizinho com distúrbios sexuais (atuação fenomenal de Jackie Earle Haley) que vira símbolo de terror e perigo dentro da vizinhança.

O romance vivido pelos protagonistas não explora a ideia da infidelidade, mas da infantilidade e negação do comodismo de ambos. Assim como crianças imaturas, que agem sem pensar, os dois vivem uma serie de acontecimentos excepcionalmente criveis e em um time que chega a espantar pela qualidade do quase estreante Todd Field, onde no fim das contas mostra a verdadeira face de fingir ser quem não é, afinal, o único afirmar que possui problemas e precisa de ajuda é o vizinho pervertido. Uma ironia. A direção de Field seria irretocável se não fosse a narração mastigada que o diretor insiste em explicar sentimentos do arco dramático que, para um espectador mais atento é completamente desnecessária, que demonstra não confiar totalmente em seu público, mas nada que consiga apagar o brilhantismo desenvolvido por ele.

http://cinexworld.blogspot.com.br/2013/01/critica-pecados-intimos.html



Opinião:

"PECADOS ÍNTIMOS" MOSTRA QUE, DE PERTO, NINGUÉM É NORMAL
Celso Sabadin
Praticamente seis anos após o drama “Entre Quatro Paredes”, Todd Field volta à direção no inquietante “Pecados Íntimos”, voltando novamente sua câmera giratória contra a hipocrisia da família supostamente média e equilibrada norte-americana. O ponto de partida é a liberação, em condicional, de Ronnie (vivido por Jackie Early Haley, um coadjuvante sem muitas chances no cinema, mas que rouba a cena neste papel) um molestador de crianças que passa a morar num bairro tranqüilo, rico e familiar. O desconforto de todos é geral diante da potencial ameaça. Porém, logo se percebe que o Ronnie é apenas o lado visível e midiático da podridão daquela sociedade que se sustenta sobre os tradicionais pilares das aparências e da riqueza. Cada um a seu jeito, todos os personagens têm perversões, vazios e profundas tristezas a esconder. 
O roteiro foi escrito pelo próprio diretor, em parceria com Tom Perrota, autor do livro que originou o filme. Ele acaba se centralizando em Sarah (Kate Winslet) e Brad (Patrick Wilson, de “O Fantasma da Ópera”). Ela, mestre em literatura, tem visão crítica da mediocridade do mundo que a rodeia, mas não tem a atitude suficiente para mudar seu próprio destino. Ele, recém-formado em Direito, há quase três anos tenta, sem sucesso, passar no exame da Ordem dos Advogados. Ambos, insatisfeitos em seus respectivos casamentos, se conhecem casualmente num playground. A atração é imediata. A traição parece inevitável.
Aos poucos, novos personagens são adicionados à trama. Cada qual deles contribuindo com um lado fascinantemente perturbador à história. A narrativa de Field é envolvente, convidativa, silenciosamente sedutora, como quem cochicha segredos inconfessáveis nos ouvidos atentos da platéia. Na tentativa de condensar as idéias do vasto livro de Perrota, muitas vezes o roteiro recorre ao pouco cinematográfico recurso da narração em off, o que não chega a incomodar, diante da profundidade das idéias e dos sentimentos de cada um dos (sempre bem construídos) personagens. 
A tensão é constante. A tragédia parece se anunciar a cada cena, causando uma sensação de sufocamento que, contrariamente aos filmes comerciais convencionais, não será desatada no final da projeção. Em “Pecados Íntimos”, o público não exorciza seus medos. Ao contrário: carrega-os consigo para casa, após a sessão. 
O filme está indicado a três Oscar: roteiro adaptado, atriz para Kate Winslet e coadjuvante para Jackie Early Haley.
http://www.planetatela.com.br/cri.php?cri_id=77


Opinião:


Pecados Íntimos
Um filme que faz jus aos elogios que vinha recebendo mesmo antes de sua estréia no Brasil. "Pecados Íntimos" traz um roteiro maduro e personagens surpreendentemente reais aliados a uma produção muito bem cuidada. Com tantas partes competentes, o resultado é exatamente o esperado: quase nada dá errado.


Amanda Pontes
cinemacomrapadura.com.br

É sempre notável quando um roteiro consegue impressionar abordando o ordinário de nossas vidas. Digo isso porque é bem mais fácil criar em cima de algo sem compromisso com a realidade do que mostrar, ainda que com sutileza, as nuances presentes em cada ser humano, mesmo que em diferentes proporções. Dessa forma, a princípio, "Pecados Íntimos" parece não ter capacidade de empolgar, já que traz em sua trama nada mais que acontecimentos cotidianos na vida de pessoas tão comuns que chegamos a nos colocar no lugar delas em alguns momentos. No entanto, quem não esperava grandes surpresas acaba se vendo diante de uma trama bastante interessante e bastante profunda sob o disfarce de sua aparente simplicidade.

Sarah é uma dona de casa que sofre com a mediocridade de sua vida, que consiste basicamente em cuidar da filha, a pequena Lucy, e ainda por cima tem que lidar com o marido omisso que tem um duvidoso vício em pornografia pela Internet. Enquanto isso, Brad vive uma situação similar, já que é ofuscado pelo sucesso da mulher sempre ocupada e com a sua frustração com a própria profissão. O que poderia acontecer a duas pessoas tão iguais a tantas outras da chamada "vida real"? Um encontro ocasional que caminhará para algo mais denso e perigoso. Durante passeios com os respectivos filhos ao parque e à piscina pública do bairro, Brad e Sarah acabam descobrindo um no outro um elemento para suprir o vazio de suas vidas afetivas. Assim, os dois iniciam um tórrido caso extra conjulgal à procura de uma plenitude aparentemente inalcançável.

Logo no começo somos apresentados aos personagens principais de uma maneira um tanto inusitada, mas ao mesmo tempo eficiente para que a história logo se desenvolva. Através de um narrador, somos introduzidos a informações básicas sobre os protagonistas, o que permite mais tempo para que se desenrole a trama porpriamente dita. É no início, também, que ficamos sabendo o porquê de tanto alarde da crítica quanto às atuações no longa. A partir do momento em que começam a ser desenvolvidos os personagens, vemos no elenco (tanto principal quanto secundário) o grande ponto forte do filme.

Kate Winslet, que consegue ser uma das poucas atrizes a atingir tamanha maturidade profissional com tão pouca idade, dá vida a uma Sarah impulsiva e contraditoriamente comedida ao risco de envolver-se em tal "aventura". Patrick Wilson, que interpreta Brad, apesar de não ser tão experiente, tem em seu currículo produções notáveis como "O Fantasma da Ópera" e a série de TV "Angels in America" e se mostra bastante competente ao assumir o personagem. Enquanto isso, a bela Jennifer Connelly, apesar de estar em um papel pequeno, completa o time, vivendo a esposa de Brad.

Outro personagem destacável dentro de sua ordinaridade é o pedófilo Ronnie. Mostrado como o terror das mães da vizinhança que entram em pânico ao menor indício de sua aproximação, ele parece ter econtrado no ator Jackie Earle Haley o intérprete perfeito. Com uma preparação que envolveu desde a construção de um visual doentio a trejeitos peculiares, Haley dá vida a um riquíssimo personagem e consegue despertar, em monentos distintos, as mais extremas emoções no público: da repugnância à compaixão.

No mais, uma importante observação ainda deve ser feita. Apesar da tradução do título para o português ter sido competente ao fazer referência às atividades excusas dos personagens, o título original ainda oferece outras possibilidades de interpretação, que ficam bastante claras ao assistirmos ao longa. "Little Children" que, ao pé da letra, seria algo como "Pequenas Crianças", não diz respeito apenas aos filhos dos protagonistas, que acabam sendo o elemento desencadeador de todo o resto do persurso. Muito além disso, o nome do filme faz uma alusão à intensidade dos tais desejos de Brad e Sarah, que se assemelham a crianças em sua forma de querer e de se entregar de uma forma quase infantil, inconseqüente.

Um filme notável, sem dúvida, que prova mais uma vez a máxima de que "a arte imita a vida". Afinal, se analisarmos mais a fundo, para que fonte de inspiração mais rica?
http://cinemacomrapadura.com.br/criticas/83692/pecados-intimos-2006-83692/


Opinião:
 PECADOS ÍNTIMOS / No íntimo todo mundo é igual
Faz quase um mês que vi “Pecados Íntimos” em São José, e só agora chegou a Joinville. Até iria ver o ótimo drama de novo, mas começo a suar frio só de pensar no estado da cópia (“Ponto Final” e “Vôo United 93” vêm à mente, cheios de cortes e com os rolos trocados!). Bom, “Pecados” foi um dos filmes importantes de 2006 preteridos pelo Oscar, assim como “Filhos da Esperança”, “Volver” e “O Grande Truque”: praticamente todos entraram nas listas dos melhores do ano, até receberam uma ou outra indicação, mas acabaram saindo de mãos abanando. Sinal de que houve uma boa safra, como há muito não se via.

“Pecados” é um desses raros filmes adultos, o antídoto de “Norbit”. Mais do que moralista, o drama aponta pra uma vida que é um inferno (como se a gente não sacasse isso vendo o trailer de “Norbit”). Eu me senti melhor vendo “Pecados”, porque constatei que os problemas de todo mundo são bem maiores que os meus. Ou talvez o que o drama represente seja igualzinho ao que acontece em outros subúrbios mais pobres. “Pecados” aponta o preconceito e o tédio vividos pelas famílias americanas de classe média alta. O adultério surge como algo inevitável (pesquisas afirmam que um em cada dois brasileiros já traiu a mulher, e como disse um amigo, o outro é um mentiroso). Essa é uma das historinhas: a personagem da Kate Winslet, que fez doutorado em literatura inglesa (parece familiar?), vive uma enfadonha rotina de dona de casa sem intimidade com o marido e sem carinho pra sua filhinha. Ela se envolve com o bonitão paradão Patrick Wilson (convincente também em “Meninamá.com”), cuja esposa, Jennifer Connelly (de “Diamante de Sangue”), é uma profissional de sucesso que não liga pra sexo. Pra completar, há um pedófilo no pedaço (Jackie Earle Haley, indicado ao Oscar de coadjuvante). Todo o elenco tá perfeito (gostei bastante do Noah Emmerich, que faz o melhor amigo do Jim Carrey em “Truman Show”) e, se houvesse uma estatueta pra melhor elenco, o deste filme concorreria com o de “Pequena Miss Sunshine” e o de “Infiltrados”.

O título original, “Little Children”, ou “Crianças Pequenas”, pra mim se refere aos homens, todos umas criancinhas que se recusam a crescer. O pedófilo vive com e para a mãe, o bonitão sonha em voltar à adolescência, seu amigo também, e o marido da Kate, idem. Não que a personagem da Kate seja muito madura emocionalmente, mas é diferente. Não é uma imaturidade do tipo “eu quero! Eu quero! Agora!”, é mais de acreditar em amor romântico. Eu fiquei com pena de todo mundo.

A adaptação é a mais literal possível. O diretor Todd Field, de “Entre Quatro Paredes”, pegou o romance de Tom Perrotta (que escreveu “Eleição”. Não li nada dele, mas o cara só pode ser bom), e incluiu até uma voz em off bem esquisita. Acho que o que me incomodou foi que fosse voz de homem. Ou talvez que fosse meio épica: uma voz de épico narrando coisas tão banais. Mas seria difícil deixar a voz de fora. Ao menos não é a voz em off tradicional, acompanhando apenas um personagem (o protagonista, em geral), mas todos. É uma voz onipresente, como a de “Dogville”. Ah, outra coisa que remete à “Dogville” são as estátuas, os brinquedinhos decorativos de gesso. Mas “Pecados” lembra mais “Beleza Americana” e, óbvio, “Felicidade”, que tem o melhor retrato de um pedófilo visto nas telas. Quando apareceu a Jane Adams num papel parecidíssimo ao dela em “Felicidade”, não tive mais dúvidas da inspiração de “Pecados”. É “Felicidade” com menos humor.

Aliás, a trama que fala do pedófilo é complicada. Lógico que a comunidade se foca no carinha pra não ter que lidar com seus próprios fantasmas interiores. Ou seja, pra gente é fácil condenar os suburbanos que tiram seus filhos da piscina pública assim que o sujeito entra (essa cena, além de “Tubarão”, também me lembrou de algum filme com a Halle Berry, em que ela entra numa piscina de um hotel luxuoso e todos os hóspedes saem, por ela ser negra. E só voltam a entrar na piscina depois de trocada a água!). Mas e se eu tivesse filhos, qual seria minha reação? Se há um molestador de crianças à solta na vizinhança, eu não gostaria de tê-lo por perto. Mesmo que eu esteja vigiando e dê pra ver que ele não está fazendo nada de errado na piscina, vai que ele se excita em ver crianças em trajes de banho. Eu odiaria que um molestador se excitasse pensando nos meus filhos. Assim como é irritante pra gente, que é mulher, receber telefonema de um tarado arfando do outro lado da linha e perguntando “O que você está vestindo?”. Se você é homem, só passou por isso na condição de predador. Por outro lado, o pedófilo já foi condenado e solto e tem todo o direito de circular por onde quiser. E ele não molestou nenhuma criança (ainda?), só gosta de se exibir pra elas. Mas seria conveniente se ele evitasse lugares cheios de guris, não?

“Pecados” tem seus pecadilhos, como o personagem do marido da Kate, um cara sem qualidades redentoras. Parece que tiraram algo da história. Mas é um drama pra lá de inteligente, que faz pensar. Só dói ouvir a Kate Winslet reclamar por não ser bonita. Vai te catar, diretor!



http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/2007/11/no-ntimo-todo-mundo-igual.html

Opinião:

Pecados Íntimos
Retratar a vida em um subúrbio americano com sua calmaria, preconceitos e o modo de vida americano é um dos pontos de partida do filme "Pecados Íntimos". O cotidiano de uma dona de casa fora do seu mundo habitual, um pai desempregado e que assume a função de dona de casa, um pedófilo que acaba de ser solto e um policial linha dura cheio de preconceitos são alguns dos personagens que compõem essa pacata cidadezinha. 

O filme começa anunciando a volta do pedófilo para o bairro e a preocupação dos moradores com esse fato, como se esse fosse o fator e o personagem mais assustador que irá habitar o bairro e sua história. Mas o que observamos ao longo do filme são os desejos e frustrações de cidadãos comuns, que lidam com isso todos os dias e que aos poucos vão liberando suas vontades de diversas formas.

Sarah (Wisley) e Brad (Wilson) começam um caso pela falta e amor por parte de seus companheiros. Ela larga sua vida acadêmica em prol da filha e vive com o marido que só pensa em ganhar dinheiro, e mais tarde, em pornografia pela internet. Brad convive com a pressão da esposa, que sustenta a casa, para que ele passe na prova da Ordem dos Advogados, os dois sempre estão discutindo sobre gastos e despesas e há muito não têm uma vida a dois, pois ela só pensa em trabalho. O envolvimento de Sarah e Brad surge como uma válvula de escape, não só sexual, mas também emocional para ambos. Brad é quase um adolescente que foi obrigado a crescer fora do tempo (podemos observar isso quando ele beija Sarah inconseqüentemente no parquinho e como ele admira adolescentes andando de skate), para ele o caso é como uma tentativa de reviver essa fase da vida. Já Sarah vê nele um homem sensível e a possibilidade de viver algo real.

O personagem de Ronnie (Haley), o pedófilo, chega a causar pena e uma aproximação com o telespectador. O amor que sente pela mãe e as dificuldades que enfrenta por seu problema sexual mostram que ele é uma mescla sensibilidade com distúrbios sexuais tendo que conviver com o preconceito da cidade, principalmente por parte do ex-policial Larry (Emmerich), que o persegue como se estivesse caçando um animal não deixando Ronnie e sua mãe esquecerem o passado e seguir sua vida. O que nos lembra de nossos próprios preconceitos e naqueles que temos que aturar durante a vida.

Field em seu primeiro longa "Entre Quatro Paredes" coloca o dedo na ferida de uma pacata família americana e os segredos que a acompanham e levanta temáticas próximas do seu segundo longa. Todd Field nos faz pensar nos sonhos que deixamos para trás e as frustrações que isso pode nos causar, nos levando a tentar desesperadamente de alguma forma pelo menos vivermos, por algum tempo, essa sensação de liberdade e felicidade.

O diretor opta pela presença de um narrador que hora narra o pensamento de algum personagem ou conta algo do seu passado, dando ao filme toques de humor e leveza a narrativa. A câmera, quase sempre está em primeiro plano, traz um tom intimista entre o público, os personagens e seus sonhos. 

Podemos nos identificar com os personagens e suas fraquezas e a esperança de que um futuro melhor ou mais promissor nos acompanha.

Crítica por: Cinara Patrícia

http://www.cinepop.com.br/criticas/pecadosintimos.htm

Opinião:

Pecados Íntimos
0 Comentário(s) Pisado por Tiago Ramos em Terça-feira, 7 de Outubro de 2008 às 01:03.  
Baseado no livro homónimo de Tom Perrota, Pecados Íntimos revela os segredos ocultos dos subúrbios americanos e de pessoas que, devido às suas atitudes, mais se assemelham a pequenas crianças.

Pecados Íntimos foi uma das grandes revelações cinematográficas de 2007. Nomeado para 3 Óscares (Melhor Actor Secundário, Melhor Actriz Principal e Melhor Argumento Adaptado), o filme é absolutamente sublime na forma como expõe temas como a perversão e pornografia, o adultério, a raiva incontrolada, a pedofilia e a hipocrisia numa sociedade aparentemente perfeita. Acima de tudo, brilha por conseguir abordar estes assuntos, sem cair em moralismos ou sem recriminar as personagens, enquanto estereótipos de defeitos.

Little Children não recorre a artifícios como a fantasia para revelar todo o seu conteúdo, faz uso absoluto, acima de tudo, dos personagens e do narrador enquanto veículo de sensações, pensamentos e sentimentos. E talvez seja esse o único ponto em que o filme pode fraquejar: na narração, que pode condicionar o espectador ou facilitar a escuta activa do mesmo, dando-lhe a conhecer de imediato o pensamento, antes de o conseguirmos vislumbrar na interpretação do actor.

Falando em actores, temos aqui duas grandes interpretações: Kate Winslet que consegue, notavelmente, transmitir a tristeza no olhar de uma dona de casa que vivem sem paixão, mas ao mesmo tempo numa mulher ardente de paixão e Jackie Earle Haley, que afinal talvez detenha a maior e melhor interpretação do enredo. O pedófilo que afinal é tão dependente da mãe, acaba por ser tão assustador por vezes, como patético e deprimente e nisso Haley está de parabéns. O ponto negativo das interpretações reside na de Jennifer Connely: além da sua grande beleza, a sua personagem tem pouco enfoque, naquilo que podia ser mais uma grande actuação no filme. Vemos assim o talento de um Óscar de 2001, desperdiçado numa pequena participação.
Little Children é interessante na medida em que mostra como Brad (Patrick Wilson) e Sarah (Kate Winslet) são tão pouco conformistas no que diz respeito aos seus papéis dentro de cada uma da sua família, mas ao mesmo tempo tão comodistas no papel que desempenham: sem o saberem, nunca ganharam a maturidade que se quer num relacionamento, não passando aquilo de uma paixão de adolescentes.

Contudo, o filme acaba por não ser tão genial quanto a obra original, nem sei se, realmente, era isso que se pretendia. O livro acaba por explorar outras vertentes secundárias, como a profissão de Kathy, o divórcio de Larry, a solidão de Jean, os dilemas morais e um possível homicídio cometido por Ronnie e a perversão sexual de Richard. Existem ainda outros pormenores deliciosos no filme, que apenas se percebem na sua plenitude através da leitura do livro. No original, o fato de banho vermelho, por exemplo, é o principal motor da auto-confiança de Sarah: escolhido dentre uma série de fatos de banho escolhidos por catálogo, aquele foi o que, após muitas provas, o que melhor lhe ficou. Além disso, o vermelho é associado a risco, fogo, paixão, pecado; factos estes que são muito melhor explorados no livro. Outra curiosidade é a cena em que no jantar entre os dois casais (Brad e Kathy, Richard e Sarah), Kathy deixa cair o garfo, na súbita esperança de ver os pés dos amantes tocarem-se e vê-se subitamente surpreendida pelo verniz azul das unhas dos pés de Sarah. Esse verniz é o culminar da mudança em Sarah: depois de uma vida inteira sem se sentir amada pelo seu marido, Sarah desleixou-se na aparência e é esse verniz uma das poucas coisas que encontrou para se arranjar, para se sentir feminina de novo.

Talvez, a grande melhoria em relação à história do livro seja o final dado à personagem de Jackie Earle Haley, que no filme assume um impressionismo maior, numa tentativa de ser "um bom menino".

Pecados Íntimos é um filme pesado (talvez mais que o livro, que explora um pouco mais o humor negro) e que, ao mesmo tempo, conduz o espectador à reflexão, num argumento bastante marcado pelo cunho de Todd Field.
http://pisares.blogspot.com.br/2008/10/pecados-ntimos.html

Opinião:
O título original de Pecados Íntimos é Little Children, o mesmo do romance de Tom Perrotta - que também escreveu o roteiro a quatro mãos com o diretor Todd Field. O livro foi lançado no Brasil em 2005 como Criancinhas. Mas nada disso se refere aos filhinhos dos personagens principais: livro e filme se referem aos pais dos pequeninos, adultos emocionalmente infantis.

De um modo geral, Pecados Íntimos trata de situações semelhantes àquelas retratadas em muitos filmes americanos que exploraram o cenário suburbia do interior dos EUA. Podemos recordar vários dentre os mais antigos que frequentemente eram extraídos de textos de William Inge - como Bus Riley´s Back in Town, de Harvey Hart, 1965, ou Férias de Amor (mais conhecido como Picnic), de Joshua Logan, 1955. Fora do ciclo Inge, uma lembrança mais recente é Beleza Americana, de Sam Mendes, 1999, que conseguia um equilíbrio mais eficiente através do humor debochado para com seus personagens.

As premissas de Little Children não seriam desinteressantes. Em um breve índice, encontramos: cidadezinha do interior dos Estados Unidos com sonhos e frustrações suburbanos; maridos mais interessados em sites pornôs do que em suas esposas; esposas mais interessadas na vida profissional do que na atividade sexual com o cônjuge, evitada pela permissão de que filhos pequenos durmam na cama do casal; maridos desempregados cuidando da prole e despertando a atenção (e libido) de mulheres medíocres e fofoqueiras em piscinas públicas ou parques infantis, etc. 

Raramente estas situações de base passam por alguma evolução, o que nem seria um problema se considerarmos a proposta de demonstrar inércia, acomodação e falta de perspectiva em vidas medíocres de pessoas imaturas. A questão é que, desconhecendo o livro de quase 400 páginas, ficamos curiosos de saber como seriam esses personagens no romance original, já que no filme a impressão que fica é a de um grupo quase “lesado” ou “sem-noção”, com ações repetitivas que redundam em caricaturas estereotipadas e que não conseguem nos comover muito quando fazem patéticas tentativas de mudar algo em suas vidinhas. 

É surpreendente a enxurrada de premiações e indicações a prêmios que o filme vem recebendo na categoria bem americana de “roteiro adaptado”. Teríamos que questionar a proposta do diretor, que teria falhado na mescla de humor, crítica e drama? Mas se o próprio romancista participou da adaptação com o cineasta, fica difícil passar mais adiante a responsabilidade pelo que chegou tão manietado às telas. E certamente a culpa das tolices dos personagens não cabe aos atores. 

Kate Winslet parece dedicada em sua entrega à personagem principal - e mostra-se tão esforçada que chega a dar alguma verossimilhança a sua Sarah, uma moça com mestrado em literatura, pretensamente mais observadora e crítica do que suas vizinhas suburbanas, mas que se revela capaz de atitudes muito tolas que extrapolam a desculpa da “ingenuidade” ou da inexperiência, mesmo com álibi de paixão & tesão extra-conjugal em alta voltagem. 

Patrick Wilson, que esteve excelente no lamentável Meninamá.com, também consegue algum convencimento como Brad, um maridão-bonitão-crianção que nunca é aprovado na Ordem dos Advogados de lá. Mas as atitudes de seu personagem tornam-se muito difíceis de serem aceitas como minimamente plausíveis - a não ser que, além de mau estudante, o personagem seja limítrofe em matéria de inteligência propriamente dita. Sentir-se valorizado por jogar ao lado de brutamontes em um time local de rugby pode fazer sentido para um looser dentro dos ideais machistas americanos; mas os episódios adolescentes com skate vão além do razoável – a não ser como caricatura bem rasa. 

Jennifer Connelly enfrenta uma esposa unidimensional demais e nem mesmo o trabalho que a personagem faz como documentarista, enfocando dramas familiares (sem que ela perceba logo o que está se passando em sua própria família) é suficientemente desenvolvido – além de soar bem inconvincente e pouco sutil - aliás, como tudo neste filme. O marido de Sarah também não ultrapassa o anedótico do quarentão fissurado em masturbação estimulada pela internet. A intenção de misturar humor & drama e o tom tragicômico raramente foi encontrado.

Um outro núcleo de moradores da região vai ter quase a mesma importância do que o par formado por Sarah e Brad: um exibicionista pedófilo, sua mãe idosa e um ex-policial que banca o “protetor” da moral e bons costumes ao perseguir insistentemente o pervertido em quem encontrou um bode expiatório para projetar seus fantasmas. A dupla mãe-e-filho tarado parece estar fazendo vestibular para Norman & Sra. Bates, sendo caracterizada (melhor dizendo e repetindo o inevitável termo: caricaturada) dentro da mais rala “psicologia em mesa de bar” que “explica” mãe-jocasta redundando em filho-doidinho. Jackie Earle Haley é outro que se esforça e consegue dar alguma humanidade ao seu pedófilo mais discriminado do que leproso em Ben-Hur . Os melhores momentos do filme se devem a ele e a algumas situações de seu personagem.

No final das contas, o filme acaba por lembrar outras tantas realizações que tentam “denunciar” e ser mais realistas do que o mito (ainda sobrevive?) da felicidade puritana no american way of life. Muitos desses filmes foram extraídos de originais de Tennessee Williams e - principalmente – do já citado William Inge. Quando um cineasta como Elia Kazan filmava Boneca de Carne, com enredo do primeiro, ouClamor do Sexo, extraído de Inge, os estereótipos eram atenuados, a competência cinematográfica de contar uma história em imagens era suficiente para dispensar voz de narrador em off e a coisa podia funcionar, por vezes, até melhor do que na obra de origem. Mas quando esses escritores chegavam às telas pelas mãos de diretores inexpressivos (como o desconhecido H. Hart citado no início), o resultado era lamentavelmente esquemático, lembrando o mesmo sensacionalismo barato que durante muito tempo fez da obra de Nelson Rodrigues em nosso meio, um recurso banal de filmes sem categoria em busca de escândalo. Como foi ficando cada vez mais difícil escandalizar, o que resta além de um esquematismo empobrecido e empobrecedor?

No entanto, é justo ressaltar que perto do desfecho (que não será mencionado) de Pecados Íntimos, o entrecruzamento dos personagens e núcleos consegue algum pathos que, na verdade, tentou se insinuar durante todo o filme a partir das premissas mencionadas inicialmente, só que desenvolvidas de modo insatisfatório pela redução dos personagens e situações a um esboço de marionetes. A música de Thomas Newman (o mesmo da série de TV a cabo A Sete Palmos) também merece ser lembrada na lista de acertos.

http://criticos.com.br/?p=1175&cat=1

Opinião:

Enquanto ator, Todd Field nunca chamou muita atenção. Talvez seu papel mais conhecido tenha sido o do pianista amigo de Tom Cruise no kubrickiano De Olhos Bem Fechados. Porém, enquanto realizador, sua reputação vem atingindo resultados bem distintos. Seu trabalho anterior como diretor e roteirista foi Entre Quatro Paredes, que recebeu, em 2002, cinco indicações ao Oscar, inclusive para Melhor Filme. Algo meio superestimado, na minha opinião, mas ainda assim relevante. Mas nada comparável ao novo longa dele, Pecados Íntimos, certamente um dos mais notáveis da safra 2006.

Com um elenco acima de qualquer suspeita, mesmo com as indicações ao Oscar da sempre excelente Kate Winslet (Melhor Atriz) e do até então desconhecido Jackie Earle Haley (Melhor Ator Coadjuvante), acho difícil apontar um grande destaque. Patrick Wilson (Angels in America), Jennifer Connelly (Diamante de Sangue) e a veterana da televisão Phyllis Somerville (de séries como Sex and the City e Lei & Ordem) também entregam ao espectador atento momentos impressionantes. O olhar de desespero silencioso de Wilson, a angústia perturbadora de Haley, o prazer secreto de Winslet, a infelicidade disfarçada em bravura de Phyllis e a determinada luta pela felicidade de Connelly compõe um conjunto de atuações difícil de esquecer.

Contado em tom de fábula e baseado no romance de Tom Perrotta (também co-autor do roteiro), Pecados Íntimos focaliza sua atenção numa pequena cidade no interior dos Estados Unidos. Como qualquer lugar assim, qualquer pequeno assunto pode chamar muita atenção. Talvez não seja este o caso da liberdade condicional de um pervertido sexual pedólatra (Haley), que voltou a morar na casa da mãe (Phyllis). A tensão em relação à presença do tarado no local contamina todos, principalmente em ambientes infantis, como piscinas públicas e playgrounds. E será num lugar assim que Sarah (Winslet), infeliz no casamento, irá se deparar com Brad (Wilson), um advogado frustrado, que não consegue ser aprovado no exame da Ordem e é sustentado pela esposa (Connelly). Ela leva a filha, ele o filho. E ambos começam a prestar atenção um no outro, a ponto de que um pequeno aperto de mão logo se transforma num abraço, e daí para um beijo é um instante.

Casos de infidelidade no cinema não são nenhum novidade. O grande lance aqui é, além da forma como é mostrado na dela (uma câmera subjetiva, não intrometida, sempre com um olhar perspicaz) é a coragem que os atores defendem seus personagens na tela. Kate chegou a declarar, numa entrevista, que odiaria encontrar na vida real uma mulher como Sarah, que afirma não ter absolutamente nada a ver com ela. Mesmo assim, durante os 130 min de projeção, Winslet É Sarah. O modo como ela se transforma é de deixar qualquer um de queixo caído.
Pecados Íntimos é mais um daqueles casos de obra que provavelmente só será descoberta daqui há alguns anos. Apesar das indicações ao Oscar (concorrer ainda como Roteiro Adaptado), é quase certo que saia da festa de mão abanando. E isso não tem a menor importância. O relevante é ver a integridade dos artistas envolvidos, a bravura em levar adiante uma história que foge dos padrões mais convencionais, e e inteligência em nos fazer perceber que, muitas vezes, as grandes decisões da vida não são aquelas planejadas e esperadas, e sim aquelas que fazemos em questões de segundo, sem pestanejar. E a grande coragem, no fundo, não está em mudar, e sim em permanecer do jeito que se está.
http://www.papodecinema.com.br/filmes/pecados-intimos





Diretor

O diretor norte-americano Todd Field sempre demonstrou uma predileção por dramas psicológicos. Foi produtor e atuou em Eyes Wide Shut, último filme de Stanley Kubrick. Em Pecados íntimos, além de dirigir, ele adaptou o roteiro em parceria com Tom Perrotta, autor do romance que originou o filme.


Elenco

Kate Winslet .... Sarah Pierce - indicada ao Oscar de melhor atriz pelo papel, interpreta uma dona da casa e mãe descontente.
Patrick Wilson .... Brad Adamson - o ator foi indicado pela própria Kate Winslet para o papel do pai. desempregrado e insatisfeito com a falta de perspectiva que tem na carreira e no casamento.
Jennifer Connelly .... Kathy Adamson - a bela esposa de Brad e documentarista com a carreira em ascensão.
Gregg Edelman .... Richard Pierce - é o marido de Sarah.
Sadie Goldstein.... Lucy Pierce - a filha de três anos de Sarah e Richard.
Ty Simpkins .... Aaron Adamson - o filho de Brad e Kathy, também com três anos.
Noah Emmerich .... Larry Hedges - ex-policial e fundador do comitê de pais peocupados.
Jackie Earle Haley .... Ronald James McGorvey - indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante pelo papel depois de passar 13 anos fora das telas. No livro a descrição física do personagem era muito diferente de Jackie, mas Todd Field apostou em sua força dramática para o papel.
Phyllis Somerville .... May McGorvey - a super-protetora mãe de Ronnie.
Raymond J. Barry .... Bullhorn Bob - no livro, o personagem de Raymond J. Barry não existe; ele foi inserido pelo diretor Todd Field.
Helen Carey .... Jean - a amiga confidente de Sarah e baby-sitter de Lucy.
Jane Adams .... Sheila - pretendente insegura de Ronnie.
Trini Alvarado .... Theresa - amiga de Sarah e mãe dedicada.


A produção

Inicialmente, Todd Field iria fazer um filme baseado no romance Revolutionary Road, de Richard Yates, porém o projeto não evoluiu. O diretor, então, passou a procurar um novo argumento que tivesse um conflito semelhante ao livro de Yates: a frustração dos protagonistas com a vida que não correspondia aos sonhos da juventude.
Em 2003, Todd Field leu o romance de Tom Perrotta e encontrou várias similaridades com o livro de Yates. As diferenças consistem em que Revolutionary Road é um livro devastador emocionalmente enquanto Criancinhas combina sátira ao melodrama. Field gostou também do modo como Perrotta evitou julgar seus personagens. Eles foram desenvolvidos com empatia e humor. E a maternidade aparecia como fio condutor de todos os conflitos da história.
No início de 2004, o diretor e o autor encontraram-se para discutir a possibilidade de adaptar o romance para as telas de cinema. Havia coisas que o diretor gostaria de mudar para essa versão, principalmente a imagem do maníaco sexual. No filme ele deveria ter a imagem atenuada.
Em comum, todos personagens iriam lutar desde o início por uma identidade, o que os deixariam incapazes de saciar seus medose a constante sensação de culpa Foi com essa idéia que os dois começaram a trabalhar na adaptação.
O filme foi orçado em 14 milhões de dólares. A filha do diretor, Aida P. Field, fez parte da equipe de produção.
As filmagens ocorreram nas seguintes locações:
Boothbay Harbor, Maine, USA
Boston, Massachusetts, USA
Douglaston, Queens, New York City, New York, USA
Long Beach Airport - 4101 E. Donald Douglas Drive, Long Beach, Califórnia, USA
New York City, New York, USA
New York, USA
Providence, Rhode Island, USA
Santa Clarita Studios, Santa Clarita, California, USA (Estúdio)
Silvercup Studios East, Long Island City, Queens, New York City, New York, USA (Estúdio)
Tottenville High School, Staten Island, New York City, New York, USA
West Orange, New Jersey, USA


Discussões propostas pela trama

 Aviso: Este artigo ou secção contém revelações sobre o enredo.
Há duas grandes reflexões propostas em Pecados íntimos, a crítica social da vida suburbana norte-americana e a crise dos personagens em assumir responsabilidades como se todos sofressem da síndrome de Peter Pan e não quisessem ter crescido nunca.
É comum na sociedade norte-americana que a mãe abandone sua vida profissional para dedicar-se aos filhos. São as chamadas house nives  que podem ser vistas no filme nas mães que levam as crianças ao parque de manhã e ficam criando fantasias com Brad, que desempenha papel semelhante.
Porém, nem Brad, nem Sarah estão acomodadas nessa situação em meio à amores platônicos e à mesmice da vida suburbanas. Ele, por que está nessa situação provisoriamente, afinal ele quer advogar, só que ainda não passou no exame da ordem. Ao menos é o que ele afirma para si mesmo e para sua esposa, Kathy. Já Sarah, abriu mão de sua carreira e alguns sonhos ao casar e assumir o papel de mãe e esposa. E acaba descobrindo que não quer isso para si.
Essa descoberta aproxima a trama do filme à de Beleza Americana, do diretor Sam Mendes. Todo o questionamento aos costumes da sociedade norte-americana é revivido aqui, mas nitidamente no mesmo tom, como variações do mesmo tema. Até do ponto de vista estético vemos citações de Todd Field à Sam Mendes: a narração, o subúrbio, fuga da realidade e até a trilha do mesmo compositor Thomas Newman.
Mas, enquanto encontra semelhanças com Beleza Americana em meio às críticas de costumes, entra na outra e mais importante discussão proposta no filme: o medo do amadurecimento e das responsabilidades.
Esse assunto, bastante batido em filmes com adolescentes, é apresentado aqui em adultos, seja com 30 ou com 50 anos. A presença de crianças, brinquedos e imagens infantis povoam o filme e as mentes dos personagens, que se perdem em preocupações, perversões e lembranças da infância que ainda gostariam de ter.
Sarah é casada com Richard e mãe de Lucy, de três anos. Ela tenta, mas não consegue se encaixar no papel de dona de casa e mãe dedicada. Seu perfil contestador e seu casamento insosso a deixam desconfortável.
Brad tem pouco mais de 30 anos e é um ótimo pai, casado com a bela e auto-suficiente Kathy, mas não conseguiu ainda se encontrar profissionalmente. Nem quer. Ao invés de passar no exame da ordem dos advogados, já feito sem sucesso uma vez; ele sente falta de jogar futebol americano e andar de skate, mesmo que não saiba.
O desconforto acaba aproximando ambos, que passam a usar suas responsabilidades maternas e paternas para aumentar a intensidade dos encontros.
Ainda na faixa dos 30, está Larry Hedges, um ex-policial, que teve a carreira abreviada por um acidente, depois de um tiroteio mal-sucedido num shopping center. Sem rumo, ele persegue Ronnie. Com cerca de 50 anos, Ronnie J. McGorvey acabou de sair da prisão depois de ter cumprido pena por assediar crianças. Todos temem Ronnie, exceto sua mãe, que o protege como se ele não tivesse crescido.
As histórias e os conflitos entrelaçados desses personagens conduzem o filme e as reflexões propostas. Nada é explícito. Nos damos conta do que está acontecendo à medida que os fatos vão sendo apresentados e, não raras vezes, caímos nas contradições que os personagens vivem. De forma sutil, Todd Field revela quem são as pequenas crianças referenciadas no título original (Little Children): são os adultos que revelam suas inseguranças e desejos de proteção.
Paralelo a tudo isso, o diretor ainda acrescenta assuntos que incomodam: masturbação, pornografia, pedofilia, adultério. O desconforto do espectador em meio à aura tranquila da vizinhança, ajuda a envolver com os conflitos vividos por cada um dos personagens que não têm mais sua pureza infantil.

A obra original

O filme é uma adaptação do livro Little Children, de Tom Perrotta, editado no Brasil com o título de Criancinhas.
No livro, assim como no filme, o foco da trama está na inquietude nascida de vidas previsíveis de adultos que, simplesmente, cresceram e deixaram seus sonhos para trás. São homens e mulheres recém saídos da juventude, pais de filhos pequenos, vulneráveis pela transição de uma vida cheia de perspectivas e outra, confortável, mas previsível. Fazendo uso de humor-negro e muita sensibilidade, Perrotta revela uma face pouco explorada da geração que foi criada sob forte proteção dos pais e com poucos desafios a enfrentar, aqueles que mesmo aos 30 ainda são Criancinhas.
 Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.
No livro, Sarah havia tido experiências bissexuais durante a universidade, inclusive um relacionamento com uma estudante de intercâmbio coreana. O filme omite esses fatos.
Um personagem do livro não é citado no filme. Trata-se de Bertha, agente de trânsito da escola de Lucy, que dividiu com May a angústia de ter um filho preso e, por isso, tornaram-se amigas. No livro, é ela quem dá carona a Ronnie após a morte de May e entrega-lhe a carta que havia ajudado a escrever.
No filme, Richard viaja para San Diego para uma convenção e dá a Kay a desculpa de uma viagem à trabalho. Já no livro, ele abandona Sarah para fazer a mesma viagem. Já no final do livro, eles entram em acordo sobre o divórcio por telefona, ficando com Sarah a custódia de Lucy, a casa e o carro. O romance explora mais a vida de Richard, e revela que ele já havia tido um casamento e duas filhas já universitárias, e como começou sua obsessão por pornografia, além de citar como conheceu Sarah na época que ela ainda era uma barista do Starbucks.
Brad, o persongem vivido por Patrick Wilson, chama-se de Todd no livro, mas teve o nome trocado para evitar confusões com o diretor Todd Field.
No livro, Kathy está trabalhando num documentário sobre veteranos da Segunda Guerra Mundial, enquanto no filme, o documentário é sobre crianças que perderam seus pais na Guerra do Iraque. O romance é anterior ao conflito no Iraque.
Ronnie é suspeito do desaparecimento de uma menina que estudava na escola em que ele trabalhava no livro.

Quotes e trilha sonora

Você não pode mudar o passado, mas o futuro pode ser uma história diferente. E ela tinha que começar em algum momento. (narrador)
A trilha sonora é assinda por Bart Howard, com a canção Fly Me To The Moon (In Other Words) interpretada por Sammy Nestico; e por Tom Hedden, com a canção Battlefield Glory interpretado pelo mesmo.

Prêmios e indicações

Prêmios
Broadcast Film Critics
Filme do mês do BFCA - setembro de 2006
Relacionado como um dos Top 10 filmes do ano
Chicago Film Critics
Melhor ator coadjuvante (Jackie Earle Haley)
Chlotrudis Awards
Melhor ator coadjuvante (Jackie Earle Haley)
Dallas-Fort Worth Film Critics Association Awards
Melhor ator coadjuvante (Jackie Earle Haley)
Iowa Film Critics Awards
Melhor Filme
Melhor ator coadjuvante (Jackie Earle Haley)
New York Film Critics Circle Awards
Melhor ator coadjuvante (Jackie Earle Haley)
Online Film Critics Society Awards
Melhor ator coadjuvante (Jackie Earle Haley)
Palm Springs International Film Festival
Prêmio Realização Desert Palm (Kate Winslet)
Prêmio Visionary (Todd Field)
San Francisco Film Critics Circle Awards
Melhor Filme
Melhor ator coadjuvante (Jackie Earle Haley)
Melhor roteiro adaptado (Todd Field e Tom Perrotta)
Southeastern Film Critics Association Awards
Melhor ator coadjuvante (Jackie Earle Haley)
Young Hollywood Awards
Prêmio de revelação masculina (Patrick Wilson)

Indicações
Oscar:
Melhor atriz (Kate Winslet)
Melhor roteiro adaptado (Todd Field e Tom Perrotta)
Melhor ator coadjuvante (Jackie Earle Haley)
BAFTA:
Melhor atriz (Kate Winslet)
Broadcast Film Critics Association Awards
Melhor filme
Melhor atriz (Kate Winslet)
Melhor autor (Todd Field e Tom Perrotta)
Globo de Ouro
Melhor filme - drama
Melhor atriz - drama (Kate Winslet)
Melhor roteiro (Todd Field and Tom Perrotta)
Gotham Awards
Melhor filme
London Film Critics Circle Awards
Atriz britânica do ano (Kate Winslet)
Satellite Awards [1]:
Melhor filme - drama
Melhor ator - drama (Patrick Wilson)
Melhor atriz - drama (Kate Winslet)
Melhor roteiro adaptado (Todd Field e Tom Perrotta)
Screen Actors Guild (SAG)
Melhor atriz (Kate Winslet)
Melhor ator coadjuvante (Jackie Earle Haley)
Writers Guild of America (WGA)
Melhor roteiro adaptado (Todd Field e Tom Perrotta)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pecados_%C3%8Dntimos



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